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Vai vender um carro seminovo ou usado? Saiba o que fazer para não perder dinheiro

A Kelley Blue Book Brasil deu dicas de como fazer o melhor negócio possível na hora de vender seu carro

Vendendo carro
(Shutterstock.com)

SÃO PAULO – Vender um carro usado pode ser um bom e mau negócio, a depender de como o proprietário faz negócio. A dificuldade começa no momento de entender o quanto o carro vale no momento da venda, como aponta a KBB (Kelley Blue Book) Brasil, já que ele varia de acordo com o estado de conservação do veículo e de outros fatores.

Por isso, antes de anunciar o carro, o primeiro passo é chegar ao valor real do veículo a partir do estado do seminovo e da observação dos preços de compra e venda do mercado. A partir daí, o processo de negociação começa.

Ainda assim, é possível ter prejuízo na venda por conta da insegurança do proprietário e até mesmo das estratégias de venda que ele conduz. Carlos Domingues, diretor geral da KBB Brasil, diz que é importante que o dono do veículo tenha em mente quais são suas necessidades antes de definir aonde vai anunciá-lo e para quem pretende vendê-lo.

"Cada forma de vender o carro tem uma lógica e vantagens específicas. São escolhas que o consumidor tem e deve decidir a partir de sua urgência em vender o carro ou em ganhar mais", explicou.

Pensando nisso, a KBB apontou quais são as informações que o proprietário deve ter em mente ao anunciar o carro em cada meio – revendedor, particular e através dos classificados.

Confira a seguir:

Vender para revendedor
Segundo a empresa de cotação, o valor do veículo “na maioria das vezes” fica abaixo do descrito em tabelas de preços quando o proprietário opta por vende-lo a uma loja.

Isso porque são avaliados mais quesitos que a média na venda de um usado para uma revendedora – entre eles, quilometragem, conservação, nível de equipamentos, cor, oferta e demanda do modelo, alterações no veículo, valor dos impostos, entre outros. Tudo para garantir que, se optar por comprar, a loja terá lucro ao revender o veículo.

Ao mesmo tempo, entretanto, existe a vantagem para o proprietário de a venda ser mais rápida.

Vender para particular
Neste caso, o proprietário pode negociar seu veículo por um valor maior e tornar a venda mais vantajosa. Mas também pode ser um processo que é mais arriscado (EDU) e mais demorado.

Outra possível desvantagem é a dificuldade que o proprietário pode encontrar ao precificar o veículo, pois o valor pode variar de acordo com a região geográfica – tal como a demanda da cor do veículo e seu próprio modelo. Portanto, é importante que o proprietário tenha conhecimento dessas informações antes de optar por vender para uma pessoa física.

Portanto, fica a critério do proprietário assumir tais riscos ou não.

A KBB é uma das empresas que têm os dados das variações de preço de um carro, tanto na compra quanto venda, considerando diversas características.

Venda através de classificados
Essa é uma técnica que pode acelerar a venda do carro, caso ele seja exposto em um ou mais classificados online. Entretanto, ela também traz o risco, neste caso de estelionato, já que não se conhece o possível comprador do veículo.

A KBB recomenda que o proprietário marque um encontro em local público e entregar o veículo somente quando a transferência financeira for finalizada e o documento de transferência, assinado. Buscar informações sobre o comprador antes de confirmar a venda também é indispensável.

"Se anunciar nos classificados, é uma boa deixar o carro o mais apresentável possível. Lavado, bonito, com boas fotos", explicou Carlos. Ele ainda sugere que o proprietário guarde todas as notas fiscais de revisão e conserto do carro, atitude que impressiona o comprador e valoriza ainda mais o carro. "Manter toda a informação do carro, pra mostrar que houve manutenção e acompanhamento, pode ajudar a vender mais rápido", finalizou.

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