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Justiça determina que Alexandre Frota e MBL apaguem postagens ofensivas a Caetano Veloso

As publicações afirmavam que Caetano teria praticado um ato de pedofilia

MBL

SÃO PAULO - A 50ª Vara Cível do Rio de Janeiro determinou, em decisão liminar, que Alexandre Frota e os integrantes do MBL (Movimento Brasil Livre), Kim Kataguiri, Renan dos Santos e Vinicius Aquino, retirem de suas páginas em redes sociais postagens ofensivas a Caetano Veloso e Paula Lavigne. Os réus têm 48 horas para excluir as mensagens sob pena de multa diária de R$ 10 mil.

Na decisão, o juiz Bruno Arthur Mazza Vaccari Machado Manfrenatti ressalta que as publicações afirmavam que Caetano teria praticado um ato de pedofilia e que ele e Paula “apoiam a pedofilia e integram uma gangue”. De acordo com o magistrado, Alexandre Frota e os integrantes do MBL feriram a intimidade e a dignidade do cantor e da empresária.

“Verificando as publicações indicadas pelos demandantes na petição inicial, é possível extrair, em exame superficial, que foram dirigidas ofensas difamatórias e caluniosas às pessoas dos requerentes, o que traduz, a princípio, abuso do direito à livre expressão/manifestação conferido pela Constituição Federal”, disse o juiz.

 

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