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Nova solução para você comprar ou trocar seu iPhone

Loja autorizada da Apple passa a oferecer consórcio para seus produtos

iPhone 6S - Bloomberg
(David Paul Morris)

SÃO PAULO – A cada novo lançamento da Apple, os números parecem se multiplicar. Não é tão difícil encontrar aparelhos celulares que ultrapassam os R$ 3 mil, e quando se trata de um MacBook, os preços podem chegar tranquilamente a mais de R$ 10 mil. Muitos driblavam isso trazendo produtos da Apple de outros países, mas com o dólar nas alturas essa opção também perdeu força.

Com cerca de 100 lojas espalhadas pelo país, as redes iPlace e iPlace Mobile anunciaram na semana passada a possibilidade de comprar seus aparelhos através de consórcio. O sistema funciona igual aos consórcios tradicionais, como de carro e imóveis.

O consumidor paga mensalidades durante 36 meses e no fim desse prazo terá acesso ao crédito para adquirir o bem desejado. Mas há formas para diminuir essa espera. O consorciado poderá ser contemplado em um dos sorteios mensais ou ainda dar um lance e se vencer também consegue a carta de crédito.

Como exibido no site da loja, ao escolher uma carta de crédito de 3.200 reais para comprar um iPhone (valor do iPhone 6 de entrada), por exemplo, o cliente vai pagar um total de 36 parcelas de 99,97 reais, que resultará em um total 3598,92 reais.

O mesmo ocorre para Macs. Para comprar um MacBook Air (11 polegadas e 128 GB), que custa R$ 8.999, o consórcio sugere 36 parcelas mensais de R$ 265,59, que totalizará R$ 9.561,24.

Na verdade, consórcio de eletrônicos não é algo assim tão incomum, apesar de produtos Apple serem, sim, uma novidade. De acordo com a Associação Brasileira de Administradoras de Consórcio (Abac), no país há 28,6 mil participantes ativos de consórcio de eletrônicos e bens duráveis. Para quem não sabe hoje é possível utilizar o sistema para quase tudo, além de produtos, você pode fazer consórcio de serviços: como viagem, festa de casamento e até mesmo cirurgia plástica. 

 

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