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Vai comprar um carro? Já pensou em fazer um consórcio?

Só nesse primeiro semestre de 2014, o número de vendas já ultrapassou a marca alcançada no ano passado inteiro

SÃO PAULO – Assim como a casa própria, a compra de um carro também consuma fazer parte dos sonhos de consumo dos brasileiros. Independente de o veículo ser zero ou usado, é preciso planejar a compra e ter ciência da situação financeira em que se encontra, ver quanto pode poupar mensalmente, além de pesquisar qual a melhor forma de pagamento.

Entre as opções de pagamento, o consórcio tem registrado aumento de interesse dos consumidores. Segundo a ABAC (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios), só nesse primeiro semestre de 2014, o número de vendas já ultrapassou a marca alcançada no ano passado inteiro: entre os carros zero km, aumentou 10%, já entre os seminovos, 18%.

Segundo o educador financeiro Reinaldo Domingos, esse crescimento de vendas pelo consórcio é natural. “Com as taxas de juros cada vez maiores, significa melhor condição para o consórcio, até porque, se gasta menos dinheiro, se comparado com o financiamento”, explica.

Como funciona?
O pagamento por meio de consórcio é muito simples: geralmente, as administradoras entregam a carta de crédito com o valor do produto a que o consórcio se refere aos participantes sorteados mensalmente ou àqueles que dão o maior lance, aumentando as chances de resgatar o dinheiro por último.

A pessoa pode ser sorteada rapidamente ou não, por isso é tão importante ter planejado, caso contrário, o comprador pode ter problemas por não conseguir bancar outros gastos relacionados. Além disso, não é cobrado juros, mas sim taxas de administração, seguro, fundo de reserva e outros encargos.

Domingos ressalta que uma das vantagens do consórcio é o fato de oferecer um novo hábito aos consumidores. “Essa modalidade é muito interessante para quem não tem disciplina de poupar e pode se tornar um recurso interessante para forçar o acúmulo de capital”.

No entanto, apesar de ser uma forma de guardar dinheiro, não é uma aplicação financeira, pois não gera renda.
 
Na hora de planejar a compra, o consumidor deve considerar o valor da parcela mensal do consórcio, além das despesas inerentes ao bem que se está comprando, nesse caso, custo de manutenção, combustível, seguro, IPVA, DPVAT, estacionamento, lavagens e eventuais multas.

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