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Vale (VALE3) presta esclarecimento sobre imbróglio com Cemig (CMIG4); Cade aprova compra do Modal (MODL11) pela XP (XPBR31) e mais

Confira os destaques do noticiário corporativo na sessão desta segunda-feira (11)

Por  Felipe Moreira -

O noticiário corporativo desta segunda-feira (11) tem como destaque a aprovação da combinação de negócios entre Banco Modal (MODL11) e XP pelo Cade, com a compra do Modal pela XP.

A Eletrobras (ELET3; ELET6) comunicou que foi alterado o controle acionário da MESA, Sociedade de Propósito Específico (SPE) responsável por hidrelétricas no Rio Madeira, em Rondônia. Após essa mudança, a MESA conta com novo conselho de administração.

A FUP informou que sindicatos rejeitaram a contraproposta da Petrobras (PETR4) para acordo coletivo de trabalho (ACT) e aprovaram indicativo de greve por tempo indeterminado.

Vale afirma que cumpre integralmente o TTAC relativo ao rompimento da barragem de Fundão e que o TTAC não prevê responsabilidade direta da Vale perante o Consórcio Candonga.

Confira mais destaques:

Petrobras (PETR3;PETR4)

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) informou no sábado (9), que seus 12 sindicatos espalhados pelo país rejeitaram a contraproposta da Petrobras (PETR4) para acordo coletivo de trabalho (ACT) e aprovaram indicativo de greve por tempo indeterminado. Um comunicado oficial será encaminhado nesta segunda-feira (11), à direção da Petrobras e aos presidentes da Câmara dos Deputados e Senado Federal.

A FUP informou que a data de uma greve ainda deve ser definida pela federação e que o processo está condicionado ao avanço de um processo de privatização da companhia pelo governo do presidente Jair Bolsonaro.

Vale (VALE3)

Em relação à matéria (Cemig acusa Vale de dar calote de R$ 781 milhões no setor elétrico) publicada pelo Valor Econômico, a Vale disse que cumpre integralmente o Termo de Transação e Ajustamento de Conduta (TTAC) relativo ao rompimento da barragem de Fundão e que o TTAC não prevê responsabilidade direta da Vale perante o Consórcio Candonga, a Aliança Geração ou a Cemig (CMIG4) por impactos sofridos pela paralisação da Usina Hidrelétrica (UHE) Risoleta Neves, após rompimento da barragem de Fundão.

A matéria de quinta-feira do Valor informa que a Cemig acusa a Vale de deixar de pagar R$ 781 milhões como ressarcimento aos danos causados à usina, conforme tinha se comprometido em setembro do ano passado.

A Cemig e a Vale são sócias na empresa Aliança Geração. Essa por sua vez forma, também junto com a Vale, o Consórcio Candonga, controlador da usina.

Eletrobras (ELET3; ELET6)

A Eletrobras (ELET3; ELET6) informou que foi alterado o controle acionário da Madeira Energia (MESA), Sociedade de Propósito Específico (SPE) responsável por hidrelétricas no Rio Madeira, em Rondônia.

De acordo com a empresa, sua subsidiária Furnas assinou o distrato da Acordo de Acionistas da Madeira Energia. Com a assinatura do referido documento, Furnas, que detém 72,36% do capital social da MESA, passa a ser sua controladora.

Com isso, os acionistas da MESA elegeram um novo conselho de administração.

O novo colegiado é composto por 11 membros, sendo sete titulares e seus respectivos suplentes indicados por Furnas. Dois membros foram apontados pelos acionistas minoritários e outros dois são independentes e não têm suplentes.

Em comunicado a empresa esclareceu que a alteração decorre do aumento de participação acionária de Furnas, que passou de 43,05% para 72,36%, devido à integralização de ações no valor total de R$ 1,582 bilhão.

O conselho aprovou também a eleição de Elvira Baracuhy Cavalcanti Presta como presidente e Solange Mendes Geraldo Ragazi David, conselheira independente, como vice-presidente do colegiado.

Banco Modal (MODL11)

O Banco Modal (MODL11) informou que o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) aprovou a combinação de negócios com a XP, sem restrições.

A decisão foi publicada no Diário Oficial da União na sexta. Caso não haja revisão, se torna definitiva dentro de 15 dias.

“O Banco Modal e a XP estão convictos que o mercado brasileiro tem enorme potencial de disrupção e crescimento, e que esta combinação de negócios viabilizará a aceleração deste processo de disrupção que vem acontecendo e o atingimento dos objetivos de longo prazo”, afirmou o Modal em nota.

A operação foi anunciada em janeiro ao mercado e os documentos definitivos para o negócio foram assinados em maio.

Para conclusão total da combinação, ainda faltam alguns processos, como a homologação definitiva pelo Banco Central (BC) e pelo seu Departamento de Competição e Estrutura do Mercado Financeiro (DECEM).

Getnet (GETT11)

Os acionistas da GetNet aprovaram em assembleia extraordinária na sexta-feira, 8, o fechamento de capital da empresa de maquininhas de cartões. Segundo a empresa, 96,21% do capital votante da companhia votaram a favor da operação.

(com Reuters e Estadão Conteúdo)

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