Destaques da Bolsa

Vale cai entre China, produção e recomendação elevada; petróleo pressiona Petrobras

Confira os principais destaques da Bovespa nesta segunda-feira (19)

11h25: IdeiasNet (IDNT3, R$ 5,48, 4,38%)
As ações da small cap IdeiasNet vão de disparada de 13% para queda de quase 3% nesta sessão. No radar da empresa, a Officer Distribuidora de Pedidos de Tecnologia, investida indireta da IdeiasNet, deve entrar com pedido de recuperação judicial. 

Em comunicado divulgado ao mercado, a companhia disse que essa foi a alternativa mais adequada diante da situação econômica-financeira da empresa. “Nao obstante os esforços dos acionistas e da administração na negociação com credores e redução de suas dívidas, o pedido de recuperação judicial configurou-se como a alternativa mais adequada diante da situação econômico-financeira da Officer”, comunicou.

11h05: Qualicorp (QUAL3, R$ 17,42, +3,94%)
A Qualicorp informou hoje que pagará como restituição a acionistas montante bruto de cerca de R$ 1,47 por ação em 29 de outubro como resultado de uma redução de capital que não teve objeção de credores. 

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 Assembleia de acionistas da empresa de planos de saúde havia aprovado em agosto proposta de redução do capital social da empresa em R$ 400 milhões, com distribuição de recursos aos investidores. Detentores de ações da empresa na data-base de 19 de outubro terão direito ao recebimento de restituição de capital. 

10h51: BR Malls (BRML3, R$ 11,15, +2,11%)
A BR Malls busca sua terceira alta seguida após ter recomendação elevada para market perform (desempenho acima da média) pelo Bradesco BBI. Segundo os analistas, os múltiplos da companhia refletem agora mais adequadadamente os riscos/retornos na atual situação econômica. Apesar da recomendação, eles citaram que o desempenho dos shoppings deve permanecer cada vez mais desafiador baseado na forte queda do varejo (queda de 6,9% em agosto na comparação anual) e nenhum sinal de recuperação econômica. 

10h49: Santos Brasil (STPB11, R$ 14,83, -0,40%)
A Santos Brasil foi rebaixada de neutra para underperform (desempenho abaixo da média) pelo Bank of America Merrill Lynch.  

10h33: CCR (CCRO3, R$ 13,01, -0,46%)
O grupo Andrade Gutierrez, uma das 23 empreiteiras envolvidas na Operação Lava Jato, que investiga corrupção em contratos da Petrobras, começou a ofertar parte de seus ativos para grupos e fundos de investimentos estrangeiros. Segundo apurou o Estadão, o conglomerado já ofereceu sua participação de 17% na concessionária CCR para pelos menos três grupos – os fundos Temasek e GIC, ambos de Cingapura, e a canadense Brookfield. O valor de mercado da CCR é avaliado em R$ 23 bilhões. Há um ano, valia R$ 30 bilhões 

10h29: Braskem (BRKM5, R$ 19,96, +0,35%)
As ações da Braskem têm leve alta depois de ter disparado 6% na última sexta-feira, diante de um relatório do Morgan Staney elevando a recomendação da ação de equal-weight (desempenho em linha com a média) para overweight (desempenho acima da média). O preço-alvo foi revisado para cima em 61% por ação, de R$ 15,80 para R$ 25,50.

Hoje, aparece no radar da empresa notícia de que o Minas e Energia, Eduardo Braga, afirmou que o acordo para assinatura de um novo contrato de fornecimento de nafta entre a Petrobras e a Braskem está “muito próximo” de ser fechado. Segundo ele, o acordo deve ser de longo prazo e não um aditivo ao contrato. O prazo final para um acordo é 31 de outubro.

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10h25: Vale (VALE3, R$ 18,37, -0,38%;VALE5, R$ 15,01, -1,25%)
Em um dia agitado para o noticiário da Vale, os papéis da companhia abrem a sessão em queda de cerca de 0,5%. A empresa divulgou que atingiu um crescimento na produção de minério de ferro de 88,2 megatoneladas no terceiro trimestre, a maior da história. 

A XP Investimentos destaca que houve desaceleração no ritmo de produção de minério de ferro, devido a parada de operações menos eficientes. Mesmo assim, produção atinge o maior nível trimestral. “Seguimos não recomendando exposição ao setor”, afirma. 

Já o ADR (American Depositary Receipt) da Vale teve a sua recomendação elevada pelo UBS de venda para neutra, com preço-alvo de US$ 5,30. Além dele, a equipe de análise do Haitong iniciou cobertura das ações da mineradora, com recomendação neutra.

Por outro lado, o mercado segue repercutindo os dados do PIB da China, que ficou levemente acima do esperado com alta de 6,9% no terceiro trimestre, mas apontando para desaceleração. Enquanto isso, as ações da CSN e da Usiminas oscilam entre perdas e ganhos. 

10h15: Petrobras (PETR3, R$ 9,56, -1,44%PETR4R$ 7,86, -1,26%
As ações da Petrobras registram queda de cerca de 1%. No noticiário da estatal, a produção de petróleo da Petrobras no Brasil em setembro caiu 6,7 por cento ante agosto, para 2,06 milhões de barris por dia (bpd), devido, principalmente, a paradas programadas de grandes plataformas, com destaque à parada da plataforma P-52, para manutenção, conforme comunicado divulgado na sexta-feira.

A companhia também acompanha a queda do preço do petróleo, com o contrato futuro do brent para vencimento em novembro com queda de 2,16%, a US$ 49,37 o barril. 

Voltando ao noticiário da estatal, a norueguesa Sevan Marine, fornecedora de equipamentos e serviços para a indústria de petróleo, informou nesta sexta-feira que encontrou, por meio de investigação independente, indícios de pagamentos indevidos em troca de contratos com a Petrobras, que teriam sido fechados entre 2005 e 2008.

10h10: Triunfo (TPIS3, R$ 3,43, +0,29%
A Triunfo tem um dia de forte volatilidade na Bolsa. As ações da companhia chegaram a subir 6,73%, mas diminuem os ganhos e agora operam com leve alta. 

A companhia divulgou seus dados operacionais de setembro de 2015. No acumulado de 2015, o volume de veículos equivalentes pagantes comparável (exclui o tráfego da Triunfo Concebra) atingiu 77,2 milhões, queda de 7,1% em relação ao mesmo período de 2014. Todas as concessionárias registraram queda nos volumes de veículos equivalentes (Concer -12,4%, Triunfo Concepa -3,4%, Triunfo Econorte -4,0% e Triunfo Transbrasiliana -8,1%), principalmente, em função do arrefecimento econômico e pela Lei dos Caminhoneiros (Lei 13.103/2015), que entrou em vigor em 17 de abril de 2015, com a isenção da cobrança de pedágio sobre os eixos suspensos de caminhões que circulam vazios.

“Vale destacar que o impacto da queda nos volumes das concessionárias é compensado na receita através de reajustes tarifários que promovem o reequilíbrio dos contratos”, afirmou a companhia. 

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