Imóveis comerciais

SYN (SYNE3) reverte lucro em prejuízo de R$ 6,6 milhões no 1º trimestre

A receita líquida foi a R$ 122,172 milhões, uma alta de 56,1% em relação aos R$ 78,251 milhões aferidos no 1T21.

Por  Equipe InfoMoney

A SYN (SYNE3), antiga Cyrela Commercial Properties, reportou prejuízo de R$ 6,6 milhões no 1º trimestre de 2022, revertendo o lucro conseguido no primeiro trimestre de 2021, com R$ 8,4 milhões.

Segundo a empresa, “apesar da performance operacional dos ativos estar acima das expectativas do início do ano, o resultado financeiro teve impacto relevante, razão pelo qual tem sido o foco de atuação da companhia desde os últimos meses de 2021, além do controle minucioso das despesas gerais e administrativas”.

No 1T22, a despesa financeira foi de R$ 50,6 milhões, valor 115,9% superior ao registrado no 1T21. “Este aumento deve-se à aceleração do IPCA e CDI no período comparado ao ano anterior”, diz.

O Ebitda ajustado desceu 5,5%, indo a R$ 42,9 milhões, ante os R$ 45,4 milhões de um ano atrás. A margem Ebitda ajustado, entretanto, subiu 5,7 pontos percentuais, para 72,4%.

A SYN destaca que o Ebitda sem o resultado da Park Place, empresa que administra os estacionamentos dos edifícios e estacionamentos dos edifícios e shoppings, registrou uma margem de 72,4%, representando aumento de 14,2 pp, quando comparada à margem Ebitda ajustado. Esse efeito é decorrente do repasse da receita dos estacionamentos aos empreendimentos.

Receitas da SYN

A receita líquida foi a R$ 122,172 milhões, uma alta de 56,1% em relação aos R$ 78,251 milhões aferidos no 1T21.

As vendas nas mesmas lojas no 1T22 apresentaram crescimento em relação à performance do 1T21, período que foi prejudicado pela segunda onda da pandemia.

“O indicador é mais expressivo do que o observado nos trimestres anteriores, pois a performance do terceiro e quarto trimestres de 2020 já apresentavam recuperação significativa em relação a 2019, ocorrendo uma desaceleração da retomada no 1T21 com a variante ômicron que elevou subitamente os números de casos”, escreveu a empresa.

A relação dívida líquida total Ebitda passou de 6,43x no 1T21 para 0,39x no 1T22, com a dívida líquida total caindo de R$ 1,113 bilhão para R$ 594,228 milhões. A empresa não possui dívida em dólar.

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