Balanço da varejista

Grupo SBF (SBFG3), dono da Centauro, registra alta de 31,5% no lucro no 2º tri, a R$ 31,67 milhões

Já o Ebitda da empresa de artigos esportivos foi de R$ 153,5 milhões no 2T22, um recuo de 9,3% na comparação com igual etapa de 2021

Por  Felipe Moreira

O Grupo SBF (SBFG3), dono da Centauro e distribuidor da Nike no Brasil, registrou lucro líquido de R$ 31,6 milhões no segundo trimestre de 2022 (2T22), cifra 31,5% maior em relação ao segundo trimestre do ano passado, informou a companhia nesta segunda-feira (1).

Já o lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) totalizou R$ 153,5 milhões no 2T22, um recuo de 9,3% na comparação com igual etapa de 2021.

A receita líquida somou R$ 1,463 bilhão no segundo trimestre deste ano, crescimento de 30,3% na comparação com igual etapa de 2021.

De acordo com consenso Refinitiv, a projeção era de uma receita de R$ 1,464 bilhão.

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A margem Ebitda (Ebitda sobre receita líquida) ajustada atingiu 10,5% entre abril e junho, baixa de 4,6 pontos percentuais (p.p.) frente a margem registrada em 2T21.

O resultado financeiro líquido foi negativo em R$ 53,3 milhões no segundo trimestre de 2022, uma elevação de 19,5% sobre as perdas financeiras da mesma etapa de 2021.

O lucro bruto atingiu a cifra de R$ 670,4 milhões no segundo trimestre de 2022, um aumento de 28,2% na comparação com igual etapa de 2021. A margem bruta foi de 45,8% no 2T22, baixa de 0,8 p.p. frente a margem do 2T21.

As despesas operacionais somaram R$ 515,6 milhões no 2T22, um crescimento de 40,9% em relação ao mesmo período de 2021.

O fluxo de caixa operacional foi negativo em R$ 69,9 milhões no 2T22, impactado majoritariamente pelo crescimento da companhia, o que aumentou o consumo de capital de giro, e pelo acúmulo de créditos de ICMS em Fisia, situação que deve ser contornada com o Incentivo Fiscal previsto para o início de 2023.

Em 30 de junho de 2022, a dívida líquida da companhia era de R$ 856 milhões, um crescimento de 32,6 % na comparação com a mesma etapa de 2021.

O indicador de alavancagem financeira, medido pela dívida líquida/Ebitda ajustado, ficou em 0,85 vez em junho deste ano, queda de 0,74 vez em relação ao mesmo período de 2021, quando a relação era de 1,59 vez.

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