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Governo apresentará reforma da Previdência dos militares às 16h

A proposta deverá ser entregue ao Congresso por volta das 15h30, e em seguida a equipe econômica irá detalhar o projeto para a imprensa

Força Nacional de Segurança
(Wikimedia)

SÃO PAULO - O Ministério da Economia informou no início da tarde desta quarta-feira (20) que o projeto de lei de reestruturação das Forças
Armadas será apresentado em coletiva de imprensa às 16h (horário de Brasília).

A proposta deverá ser entregue ao Congresso por volta das 15h30, e em seguida a equipe econômica irá detalhar o projeto para a imprensa.

Participarão da apresentação: o secretário especial adjunto da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco; secretário de Previdência, Leonardo Rolim; assessor especial do ministro da Defesa, general de Divisão, Eduardo Castanheira Garrido Alves; e o secretário-
geral do Ministério da Defesa, almirante de Esquadra Almir
Garnier Santos.

Os jornais desta manhã destacaram alguns detalhes - ainda extraoficiais - sobre a reforma dos militares. Segundo o Estadão, a equipe econômica quer convencer o presidente Jair Bolsonaro a propor uma reforma ainda mais dura para o regime de aposentadoria das Forças Armadas.

A intenção é buscar uma economia maior que os R$ 92 bilhões projetados para os primeiros dez anos. O aperto na reforma dos militares é considerado necessário para fazer frente ao custo que a reestruturação das carreiras terá para os cofres públicos. O projeto entregue pelo Ministério da Defesa resultaria num custo extra líquido de R$ 10 bilhões na primeira década. O saldo ficaria positivo, com economia maior que o gasto com as carreiras, só nos anos seguintes.

Já o jornal O Globo destaca que o novo plano de carreira das Forças Armadas aumenta salário e gratificação, enquanto prevê, em contrapartida, maior tempo de serviço e aumento da alíquota de contribuição. No cálculo final, economia líquida das medidas seria de R$ 9,2 bi em 10 anos.

Vale destacar que, ontem, o vice-presidente Hamilton Mourão chegou a projetar uma economia de R$ 13 bilhões em dez anos com a reforma da Previdência dos militares, mas depois voltou atrás.

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