PetroRecôncavo (RECV3) e 3R Petroleum (RRRP3) têm queda de produção em agosto; CGU nega recurso da Vale (VALE3) sobre Brumadinho e mais

Confira os principais destaques do noticiário corporativo desta quarta-feira (13)

Felipe Moreira

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O radar corporativo desta quarta-feira (13) traz a produção da PetroRecôncavo (RECV3) e 3R Petroleum (RRRP3) no mês de agosto.

A CGU negou pedido de reconsideração da mineradora Vale (VALE3) em processo de Brumadinho e mantém multa R$ 86,3 milhões.

A Indústrias Romi (ROMI3) aprovou a distribuição de juros sobre o capital próprio (JCP) no valor bruto de R$ 17,9 milhões.

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A Via (VIIA3) aprovou mudança de nome para Grupo Casas Bahia.

Confira mais destaques:

PetroRecôncavo (RECV3)

A produção total da PetroRecôncavo (RECV3) atingiu 28.212 barris de óleo equivalente por dia (boe/dia) no mês de agosto de 2023, um recuo de 0,9% na comparação com julho.

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3R Petroleum (RRRP3)

A produção média diária consolidada dos nove Polos da 3R Petroleum (RRRP3) somou 45.243 barris de óleo equivalente (boe) em agosto de 2023, dos quais 39.943 boe/d referem-se à parcela 3R. O resultado representa um recuo de 8,9% na comparação com o mês de julho do mesmo ano.

Vale (VALE3)

A Vale (VALE3) informou que a Controladoria-Geral da União (CGU), no âmbito de processo administrativo de responsabilização, indeferiu o pedido de reconsideração apresentado pela companhia.

A CGU, mesmo reconhecendo a inexistência da prática de atos de corrupção, concluiu que a Vale deixou de apresentar informações fidedignas no sistema da Agência Nacional de Mineração (ANM) em relação à Barragem I de Brumadinho/MG.

Além disso, emitiu Declaração de Condição de Estabilidade positiva para a estrutura, no período de junho a setembro de 2018, quando, no entendimento do órgão de controle, ela deveria ser negativa – circunstâncias essas que consistiram em ato lesivo à Administração Pública por dificultar a fiscalização da autarquia minerária.

Dessa forma, a CGU manteve a multa no valor de aproximadamente R$ 86,3 milhões, nível mínimo estabelecido pela lei, sendo reconhecido o não envolvimento ou tolerância da alta direção nos fatos apurados.

Via (VIIA3)

Os acionistas da Via (VIIA3) aprovaram mudança de nome para Grupo Casas Bahia e aumento do capital social de até 3 bilhões de ações ordinárias (ON), segundo ata da AGE publicada nesta terça-feira (12).

Essa será a segunda vez em dois anos que a varejista, dona das marcas Casas Bahia e do Ponto, muda de nome. Em 2021, a empresa abandonou o nome Via Varejo, passando a se chamar somente por Via, título que agora também abandona.

O capital social, totalmente subscrito e atualizado, é de R$ 5,138 bilhões, dividido em 1.598.431.289 de ações.

Indústrias Romi (ROMI3)

A Indústrias Romi (ROMI3) aprovou a distribuição de juros sobre o capital próprio (JCP) para os Acionistas da Companhia, a serem imputados aos dividendos obrigatórios do exercício de 2023, no valor bruto de R$ 17,9 milhões, com base na posição acionária de 18/09/2023.

O montante é equivalente a R$ 0,2014 por ação, a serem pagos em 18/10/2023.

Atma (ATMP3)

A Atma concluiu a aquisição da totalidade das quotas do capital social da empresa Youtility Center do Brasil Serviços de Informática e Telemarketing, pela sua controlada direta Contax S.A. – em recuperação judicial.

A Youtility oferece soluções de atendimento por meio de Canais Digitais, realizando mais de 2,5 milhões de atendimentos/mês. Fundada em 2013 e localizada no Estado do Rio de Janeiro, atualmente conta com cerca de 1.500 funcionários e faturamento no ano de 2022 de R$ 67 milhões.

Copasa (CSMG3)

A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) informou que Márcia Fragoso Soares comunicou sobre sua renúncia ao cargo de Diretora de Desenvolvimento Tecnológico, Meio Ambiente e Empreendimentos, com efeito a partir de 15.09.2023. O Diretor-Presidente, Guilherme Augusto Duarte de Faria, assume interinamente o referido cargo.

Unicasa (UCAS3)

A Unicasa (UCAS3) obteve aprovação de financiamento junto à Financiadora de Estudos e Projetos – FINEP, empresa pública vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação para a consecução dos investimentos anunciados no quarto trimestre de 2021.

A liberação do valor financiado ocorrerá em 03 parcelas anuais, sendo 74,52% no primeiro ano, 18,48% no segundo e 7,00% no terceiro ano.