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Petrobras ameniza alta, Vale sobe e Usiminas ON dispara 64% em 2 dias

Acompanhe aqui a atualização dos principais destaques da Bovespa nesta segunda-feira

11h11: Exportadoras
Após terem sido fortemente beneficiadas pela disparada do dólar, as ações das exportadoras caem hoje com o respiro da moeda americana nesta segunda-feira. Entre as poucas quedas do dia, aparecem os papéis da siderúrgica Gerdau (GGBR4, R$ 10,74, -1,20%) e das ações de papel e celulose Fibria (FIBR3, R$ 41,25, -0,87%) e Suzano (SUZB5, R$ 14,16, -0,84%). 

11h02: Petrobras (PETR3, R$ 8,15, 0,0%; PETR4, R$ 8,33, +0,36%)
Após ter subido quase 2,5% na máxima do dia, as ações da Petrobras amenizam os ganhos e operam próximas a estabilidade. Na sexta-feira, os papéis da companhia acumularam duas semanas seguidas de perdas em meio às incertezas sobre a situação financeira da estatal e os desdobramentos da Operação Lava Jato. Os papéis seguem hoje ainda a queda dos preços do petróleo no mercado internacional. O WTI, negociado no Texas, cai 1,98%, a US$ 43,94, enquanto o Brent, de Londres, recua 2,09%, a US$ 53,53. 

10h52: Usiminas (USIM3, R$ 15,98, +18,46%; USIM5, R$ 4,93, +1,44%)
Depois da disparada no final de janeiro (+82%) e a devolução de todo no mês de fevereiro, as ações ordinárias da Usiminas voltam a chamar atenção Bolsa pelo segundo pregão seguido. Os papéis vinham oscilando forte em meio à possível mudança no controle e uma briga com a CSN para saber se a entrada da Ternium no capital da siderúrgica em 2012 poderia ser configurada como uma mudança de controle, o que acionária o direito ao “tag along”, mecanismo que prevê que, diante da alienação do controla de uma companhia, o comprador terá que fazer a mesma oferta aos demais acionistas minoritários. No caso, quem receberia seriam os detentores de papéis ordinários (por isso o movimento tão destoante dos preferenciais). 

Na última sexta-feira, chamou atenção uma reportagem do Valor, que apontou que os acionistas minoritários da Usiminas, liderados pelo empresário Lírio Parisotto, dono do fundo de participações L. Par, entraram com pedido de convocação de AGE (Assembleia Geral Extraordinária) a fim de eleger um novo colegiado de conselheiros da siderúrgica até o início de abril. A previsão é que a AGE seja realizada no dia 2 do próximo mês. Parisotto atua no vácuo da briga travada há mais de um ano pelos dois acionistas controladores da empresa – a japonesa Nippon Steel e o grupo italiano Techint-Ternium. Somente sexta-feira, os papéis subiram 39%; e nesses dois pregões, 64,8%. 

10h45: Vale (VALE3, R$ 19,09, +1,11%; VALE5, R$ 16,65, +0,85%)
As ações da Vale sobem em meio às expectativas de que a China, principal destino de suas exportações, vai promover estímulos para impulsionar a economia. Apesar de ter reduzido a meta de crescimento de cerca de 7,5% para cerca de 7%, o primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, disse que não será trivial atingir esse número. 

10h26: Braskem (BRKM5, R$ 11,23, +2,19%)
Após ter desabado na Bolsa nos últimos dias, depois de ter sido envolvida em esquema de propina com a Petrobras, conforme depoimentos de delatores da Operação Lava Jato, os papéis da Braskem sobem hoje. 

10h20: Ecorodovias (ECOR3, R$ 9,24, +2,67%)
O grupo de concessões de infraestrutura Ecorodovias vai apresentar na próxima segunda-feira proposta para o leilão da ponte Rio-Niterói, marcado para a próxima quarta-feira, disse à Reuters uma fonte do mercado, na sexta-feira. Além da Ecorodovias, a Triunfo Participações (TPIS3, R$ 3,34, 0,0%) é outra empresa do setor que deve entregar proposta na segunda-feira. Nesta segunda-feira, entre 9h e 12h (horário de Brasília), interessados na nova concessão da Ponte Rio-Niteroi devem entregar os envelopes contendo as propostas econômicas escritas e os documentos de qualificação, juntamente com as garantias de proposta, na sede da BM&FBovespa, em São Paulo. A abertura dos envelopes está marcada para quarta-feira, 18.