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Os 5 assuntos que vão movimentar o mercado nesta sexta-feira

Rali de fim de ano sustenta bolsas mundiais e também o Ibovespa; IBGE divulga taxa de desemprego

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Bandeiras da China ao vento
(Shutterstock)
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Os mercados começam sexta-feira embalados pelos recordes de ontem em Wall Street e no Ibovespa, que superou os 117 mil pontos, e por indicadores positivos sobre a indústria chinesa, alimentando o chamado “Rali de Natal”. Os futuros de Nova York avançam. O dia é fraco em indicadores nos Estados Unidos; no Brasil, a FGV deve publicar o IGP-M de dezembro e do ano inteiro. As vendas do varejo brasileiro tiveram expansão acima do esperado neste Natal e levam certo otimismo ao comércio.

No noticiário corporativo, a MRV Engenharia aprovou na noite de ontem a incorporação da sua subsidiária MDI Desenvolvimento Imobiliário na empresa matriz, numa operação de R$ 685 milhões e que demandará a emissão de 37,2 milhões de ações ordinárias. Já a BRF informou que contratou uma linha de crédito rotativo de R$ 1,5 bilhão com o Banco do Brasil.

1. Bolsas mundiais

Os futuros de Nova York operam em alta na manhã desta sexta-feira, após os três principais índices de Wall Street terem batido recordes na jornada de ontem, com o Nasdaq fechando acima de 9.000 pontos pela primeira vez. As bolsas da Ásia fecharam mistas, embora Hong Kong tenha avançado 1,3% na volta do feriado de Natal.

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A percepção do mercado é que Estados Unidos e China assinarão a primeira fase do acordo comercial no início de janeiro. O governo chinês também publicou hoje dados indicando que o lucro industrial teve uma forte expansão em novembro na comparação anual, acima de 5%.

Veja o desempenho dos mercados, às 7h33 (horário de Brasília):

Nova York
*S&P 500 Futuro (EUA), +0,19%
*Nasdaq Futuro (EUA), +0,30%
*Dow Jones Futuro (EUA), +0,25%

*Dax (Alemanha) , +0,27%
*FTSE (Reino Unido), +0,26%
*CAC 40 (França), +0,30%
*FTSE MIB (Itália), -0,58%

*Hang Seng (Hong Kong), +1,30% (fechado)
*Xangai (China), -0,08% (fechado)
*Nikkei (Japão), -0,36% (fechado)

*Petróleo WTI, +0,32%, a US$ 61,88 o barril
*Petróleo Brent, +0,32%, a US$ 68,14 o barril

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**Contratos futuros do minério de ferro negociados na bolsa de Dalian fecharam com alta de 1,18%%, cotados a 642,500 iuanes, equivalentes a US$ 91,81 (nas últimas 24 horas). USD/CNY= 6,9982 (+0,030%)
*Bitcoin, US$ 7.175,21 , -0,37%

2 – Indicadores

No Brasil, a FGV publica às 8h o IGP-M de dezembro e do ano inteiro. Já o IBGE publica às 9h a taxa de desemprego no País verificada em novembro. Na Europa, o Banco Central Europeu publica o seu último boletim de 2019.

3. Política

A criação da figura do “juiz de garantias” no pacote anticrime sancionado nesta semana pelo presidente Jair Bolsonaro criou dúvidas e divergências nos poderes Legislativo e Judiciário. Não se sabe se o “juiz de garantias” atuará apenas em novos processos ou em processo já em andamento. O presidente do STF, Dias Toffoli, criou ontem um grupo para normatizar a questão até 15 de janeiro, informa o jornal O Estado de S. Paulo.

4. Vendas de Natal 

As vendas de Natal tiveram crescimento de 9,6% em 2019, informa a Alshop, Associação de Lojistas de Shopping centers. Foi o melhor desempenho do varejo brasileiro na data desde 2014, quando começou a recessão, que afetou as vendas do comércio até 2018.

O presidente da Alshop, Nabil Sahyoun, disse ao jornal Valor Econômico desta sexta-feira que a queda na inflação e na taxa de juros, no decorrer do ano, bem como a lenta retomada no nível de emprego – mesmo que informal – contribuíram para o aumento nas vendas. Sahyoun disse que os shoppings brasileiros tiveram um faturamento bruto de R$ 168,2 bilhões em 2019, uma expansão de 7,5% sobre o ano passado e acima da projetada, que era de 5%.

5. Noticiário corporativo

A MRV Engenharia aprovou a incorporação da sua subsidiária MDI Desenvolvimento Imobiliário na empresa matriz, uma operação avaliada pela construtora mineira em R$ 685 milhões e que demandará a emissão de 37,2 milhões de ações ordinárias.

A BRF comunicou ontem que contratou uma linha de crédito rotativo no valor de R$ 1,5 bilhão com o Banco do Brasil. Já a Construtora Rossi Residencial, da capital paulista, informou que chegou a um acordo com o Bradesco para liquidar em 180 dias sua dívida de R$ 800 milhões com o banco. A Rossi informou que o débito representa 70% do seu endividamento e que sua solução permitirá à empresa se capitalizar para lançamentos a partir de 2020.

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