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Em mercados

ETF brasileiro salta mais de 1% após Moro decretar a prisão de Lula

O movimento indica que o Ibovespa pode seguir seu movimento de alta no pregão desta sexta-feira.

Lula
(Ricardo Stuckert/ Instituto Lula)

SÃO PAULO - O ETF (Exchange Traded Fund) EWZ iShares MSCI Brazil Capped, que representa os papéis com maior peso no Ibovespa, ganhou força no after market após o juiz federal Sérgio Moro decretar a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Às 18h27 (horário de Brasília), no after market, o EWZ tinha forte alta de 1,18%, após subir 0,66% no pregão regular. O movimento indica que o Ibovespa pode seguir seu movimento de alta no pregão desta sexta-feira. Entre os ADRs, o Itaú Unibanco chamava mais atenção, com ganhos de 1,12%, a US$ 15,29.

De acordo com o despacho, Lula tem até as 17h de amanhã para se apresentar voluntariamente à Polícia Federal em Curitiba (PR). O líder petista foi condenado, por unanimidade pelos desembargadores da 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, a 12 anos e 1 mês de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

A decisão de Moro ocorre antes do fim do prazo para a defesa de Lula apresentar embargos secundários na segunda instância, fixado em 10 de abril. O recurso normalmente é considerado meramente protelatório pelos desembargadores do TRF-4, o que respalda a determinação do cumprimento de pena neste momento.

Contudo, caso os embargos dos embargos sejam apresentados e reconhecidos pelos desembargadores, o recurso tem efeito suspensivo na pena. Embora a possibilidade de isso acontecer, nesta hipótese, Lula poderia aguardar em liberdade o julgamento do novo recurso.

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