Safra de balanços

Multiplan registra vendas de R$ 1,4 bilhão em março, acima do patamar pré-pandemia

Resultado foi impulsionado pela contínua melhora do desempenho dos lojistas e pelo fim da obrigatoriedade do uso de máscaras em diversas cidades

Por  Equipe InfoMoney

As vendas totais dos shoppings da Multiplan (MULT3) no mês de março de 2022 apresentaram desempenho 20,6% superior àquele reportado em março de 2019, atingindo R$ 1,4 bilhão, novo recorde de vendas para o mês.

Segundo a companhia, o resultado foi impulsionado pela contínua melhora do desempenho dos lojistas e pelo fim da obrigatoriedade do uso de máscaras em locais fechados em diversas cidades.

A Multiplan também destaca que “o forte crescimento de vendas possui ainda maior peso considerando que o fluxo de veículos e a taxa de ocupação dos shoppings ainda não superaram o desempenho de 2019”.

As fortes vendas do mês de março contribuíram para que o primeiro trimestre de 2021 (1T22) registrasse, pelo segundo trimestre consecutivo, vendas superiores à 2019 (+13,4%).

As vendas atingiram a cifra de R$ 4,0 bilhões, também um novo recorde da companhia para um primeiro trimestre.

Cabe lembrar que a divulgação dos resultados do primeiro trimestre de 2022 da companhia ocorrerá no dia 28 de abril, quando mais informações ficarão disponíveis.

Resultados do 4º trimestre

Após a Multiplan registrar lucro 45% maior no balanço do 4º trimestre, o Credit Suisse afirmou que a companhia “continua impressionando e comprovando a resiliência e o potencial de crescimento de seu portfólio”.

“A Multiplan assumiu a liderança na redução de descontos e no repasse da inflação a apropriar para os aluguéis, o que resultou em receita recorde de locação e, impressionantemente, não prejudicou o custo de ocupação”, destacou o banco suíço.

Para a XP, a Multiplan reportou resultados fortes e bem acima das estimativas no 4T21. Do lado operacional, o portfólio da Multiplan operou cerca de 100% do horário normal no 4T21, impulsionando as vendas dos lojistas (+8,1% vs. níveis do 4T19).

A receita de locação aumentou (+35,4% vs. níveis do 4T19), principalmente devido ao efeito do reajuste do IGP-DI e redução dos descontos. A XP destacou a taxa de inadimplência líquida, que se manteve saudável, atingindo 4,6% no 4T21 vs. 3,9% no 3T21, mesmo com aluguel das mesmas lojas (SSR) mais forte que o esperado.

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