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Itaú BBA aposta em Amazon e reduz exposição para Meta e AMD de olho nos resultados

As companhias de tecnologia divulgarão seus balanços nesta semana

Camille Bocanegra

(Getty Images)

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A temporada de resultados dos EUA se iniciou em meados de janeiro e chega na sua segunda semana com diversos números das gigantes de tecnologia. Até sexta-feira (2), companhias como Amazon, Meta (dona do Facebook), AMD, Alphabet (Google) e Apple reportarão seus balanços.

Acompanhando os números dessa semana, o Itaú BBA revisou suas expectativas, ajustando suas impressões para AMD e Meta, que apresentam seus números em 31 de janeiro e 1 de fevereiro respectivamente, diminuindo posição em Meta e acrescentando posição na Amazon, que divulgará seu balanço dia 2.

A principal alteração na cobertura é a aposta mais forte em Amazon, ainda que o desempenho da gigante do e-commerce esteja abaixo das Magnificent Seven (as 7 maiores empresas do S&P 500) no ano, com meros 6% de alta no ano. O avanço mais discreto quando em comparação com as colegas de índice seria causada pela expectativa de receitas e perspectivas das plataformas de serviços AWS (Amazon Web Services) mais fracas que o esperado.

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Na visão do BBA, porém, a receita não se justifica e já estaria precificada no papel. Contudo, a análise sugere aumento de exposição na companhia com aposta em riscos positivos para os resultados nos próximos trimestres.

Para a Meta, o BBA considera que as altas convicções para os resultados se enfraqueceram em dezembro, ainda que os fundamentos sigam como positivos. Ainda assim, a companhia apresentou bom desempenho de suas ações em 2024 (com alta de 13,5% no ano). A divisão de análise do Itaú reforça que seguem comprados nos resultados da empresa de Mark Zuckerberg, mas consideram a redução da posição em parte.

A AMD não faz parte da cobertura formal da casa, mas os analistas consideram que os papéis tem apresentado desempenho excelente em 2024 (alta de mais de 28%). A visão do BBA é que qualquer fraqueza pós resultados seria um bom momento para compra, porque há confiança na estratégia para Inteligência Artificial (AI) que a empresa tem apresentado.

As visões para as demais companhias de tecnologia permanece a mesma. O BBA segue comprado em Microsoft (com convicção média), em Google (convicção baixa e venda logo após o balanço) e vendido em Apple (convicção alta). Além disso, com os recentes resultados da TSMC e da ASML (ambas focadas em microcondutores), a confiança nos números da Nvidia aumentou.