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Ibovespa Futuro tem leve alta, em início de semana carregada de dados e decisões de juros no Brasil e EUA

‘Superquarta’, Payroll, balanços nos EUA e PIB na Zona do Euro são destaques na semana

Felipe Moreira

Trader trabalha na sede da NYSE, em Nova York (Michael Nagle/Bloomberg)

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O Ibovespa Futuro opera com ligeira alta nesta segunda-feira (29), com investidores montando posições no começo de uma semana intensa com reuniões do Federal Reserve (Fed) e do Banco Central do Brasil, além de balanços corporativos e dados do mercado de trabalho americano e brasileiro.

Em relação ao banco central americano, o mercado aposta na manutenção dos juros, enquanto para o Brasil, analistas da XP esperam corte de 0,50 p.p. e acreditam que os membros do Copom não irão alterar o seu plano de voo de remover gradualmente o grau de restrição da política monetária. Além disso, importantes dados de atividade serão publicados no Brasil na 3ª-feira (saldo de empregos formais – CAGED), 4ª-feira (taxa de desemprego – PNAD) e 6ª-feira (produção industrial).

Às 9h16 (horário de Brasília), o índice futuro com vencimento em fevereiro operava com alta de 0,14%, aos 129.460 pontos.

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Em Wall Street, índices futuros dos EUA operavam mistos em início de semana de agenda cheia. O Fed decide os rumos dos juros na quarta-feira, o relatório mensal de empregos é divulgado na sexta-feira e a semana está repleta de resultados de empresas mega capitalização como a Alphabet, Microsoft, Apple, Amazon e Meta,

Nesta manhã, o Dow Jones Futuro caía 0,04%, S&P Futuro subia 0,07% e Nasdaq Futuro registrava valorização de 0,27%.

Dólar e mercado externo

O dólar comercial operava com alta de 0,16%, cotado a R$ 4,918 na compra e R$ 4,919 na venda. Já o dólar futuro (DOLFUT) caía 0,06%, indo aos 4.919 pontos. Enquanto isso, DXY, índice que mede a força do dólar perante à uma cesta de moedas, opera com alta de 0,19%, a 103,63 pontos.

No mercado de juros, os contratos operavam com baixa, à medida que investidores se preparam para decisão de política monetária de quarta-feira. O DIF25 -0,01 pp, a 9,95%; DIF26, -0,02 pp, a 9,60%; a DIF27, -0,02 pp, a 9,77%; DIF28, -0,02 pp, a 10,04%; DIF29 -0,02 pp, a 10,22%.

Os preços do petróleo operam em baixa após abertura positiva, enquanto as tensões geopolíticas aumentam depois que mísseis lançados por militantes apoiados pelo Irã mataram tropas dos EUA na Jordânia no fim de semana.

As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, alcançando o maior nível em três semanas, em meio a expectativa de melhora da demanda em meio ao apoio político ao mercado imobiliário na China e à expectativa de mais estímulos. Na Bolsa de Cingapura, o minério de ferro mais ativo de março, SZZFH4, avançou 1,2%, para US$ 135,40 a tonelada.

Já os mercados europeus operam mistos após encerrar a semana passada no nível mais alto desde janeiro de 2022, segundo dados do LSEG. Os ganhos ocorreram em meio a alguns resultados positivos das empresas no quarto trimestre e à medida que o mercado aumentava as apostas de que o Banco Central Europeu começará a cortar as taxas de juros em abril.

As bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam majoritariamente em alta, mas um pedido de liquidação da gigante do setor imobiliário chinês China Evergrande, pela Justiça de Hong Kong, ficou no radar dos investidores. Em Hong Kong, um alto tribunal ordenou que a Evergrande seja liquidada, após a problemática incorporadora chinesa não conseguir chegar a um acordo com seus credores. Negócios com as ações da Evergrande, que tombaram mais de 20% na sessão da manhã, foram interrompidos.