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Ibovespa Futuro tem leve alta com atenção a falas de membros do BC

Decisão sobre juros do BCE é destaque no exterior

Felipe Moreira

B3 Bovespa Bolsa de Valores de São Paulo (Germano Lüders/InfoMoney)

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O Ibovespa Futuro opera com alta nos primeiros negócios desta quinta-feira (6), com atenções voltadas para falas do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto (9h), e do diretor de Política Monetária, Gabriel Galípolo (12h), enquanto no exterior a expectativa é pelo que deve ser o primeiro corte de juros pelo Banco Central Europeu em quase cinco anos.

Às 11h, os diretores do BC Diogo Abry Guillen e Ailton De Aquino Santos participam da apresentação e coletiva de imprensa do Relatório de Economia Bancária.

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Às 9h08, o índice futuro com vencimento em junho subia 0,04%, aos 121.575 pontos.

Em Wall Street, os índices futuros operam sem direção única, com investidores aguardando o relatório de sexta-feira sobre as folhas de pagamento não-agrícolas de maio, com os investidores em busca de sinais de enfraquecimento do mercado de trabalho, o que poderia apoiar cortes nas taxas por parte do Federal Reserve (Fed). Os dados da ADP sobre as folhas de pagamento privadas, divulgados na quarta-feira, mostraram uma desaceleração nas contratações.

Nesta manhã, Dow Jones Futuro operava com baixa de 0,06%, S&P500 subia 0,03% e Nasdaq Futuro avançava de 0,11%.

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Ibovespa, dólar e mercado externo


O dólar à vista operava com alta de 0,07%, cotado a R$ 5,301 na compra e R$ 5,302na venda. Já dólar futuro (DOLFUT), subia 0,08%, indo aos 5,316 pontos.

No mercado de juros, os contratos futuros operavam com alta. O DIF26 subia 0,04 pp, a 10,98%; DIF27, +0,03 pp, a 11,30%; DIF29 +0,02 pp, a 11,70%; DIF31, +0,03 pp, a 11,88%.

Os preços do petróleo operam em alta, recuperando-se dos mínimos de quatro meses depois que uma decisão da Opep+ de aumentar a produção desencadeou uma liquidação esta semana.

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As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, depois de caírem por cinco sessões consecutivas, com melhora do humor devido alguns reabastecimentos portuários antes do feriado na China, principal consumidor, e pelas conversas do mercado sobre um possível corte na produção de aço.