Ibovespa Futuro sobe com atenção à falas do BC, às vésperas de inflação nos EUA e Brasil

Na agenda do dia, temos ainda o discurso do presidente do Fed de Nova York, John Williams

Felipe Moreira

B3 Bovespa Bolsa de Valores de São Paulo (Germano Lüders/InfoMoney)

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O Ibovespa Futuro opera em alta nesta quarta-feira (10), com atenções voltadas para declarações do diretor de Política Econômica do Banco Central, Diogo Guillen, em meio à expectativas pela divulgação de dados de inflação nos Estados Unidos e no Brasil amanhã.

Guillen dará palestra, por videoconferência, na JP Morgan Brazil Opportunities Conference a partir das 11h (horário de Brasília), nas primeiras falas do ano de membros do BC.

Os investidores também devem repercutir as declarações do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), de que a prorrogação da desoneração da folha foi uma decisão do Congresso e dificilmente uma revogação do benefício avançará no Legislativo. Ele afirmou ainda que não tomará qualquer decisão sobre eventual devolução da MP editada pelo governo sem antes conversar com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

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Às 9h14, o índice futuro com vencimento em fevereiro operava com ganho de 0,24%, aos 132.870 pontos.

Em Wall Street, índices futuros operavam mistos, às vésperas da divulgação do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) dos Estados Unidos de dezembro.

A agenda de indicadores está esvaziada nesta quarta-feira, com o evento mais esperado do dia sendo o discurso do presidente do Fed de Nova York, John Williams.

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Nesta manhã, o Dow Jones Futuro caía 0,14%, S&P Futuro recuava 0,05% e Nasdaq Futuro registrava alta de 0,05%.

Dólar e mercado externo

O dólar comercial operava com baixa de 0,10%, cotado a R$ 4,899 na compra e R$ 4,900 na venda. Já o dólar futuro (DOLFUT) recuava 0,12%, indo aos 4.913 pontos. Enquanto isso, DXY, índice que mede a força do dólar perante à uma cesta de moedas, opera com queda de 0,12%, a 102,45 pontos.

No mercado de juros, os contratos operavam em alta. O DIF26 caía 0,02 pp, a 9,76; DIF27, 0,00 pp, a 9,89%; DIF28, -0,01 pp, a 10,12%; DIF29 +0,01 pp, a 10,29%.

Os mercados europeus operam em baixa, uma vez que o sentimento se tornou negativo após uma breve recuperação no pregão de ontem. Os mercados asiáticos fecharam no vermelho, com exceção do Nikkei, do Japão, que estendeu os ganhos da sessão anterior e renovou a máxima desde 1990, enquanto o CSI 300, da China, fechou perto da mínima de 5 anos.

As cotações do petróleo operam com leves perdas, interrompendo a recuperação do dia anterior, após dados da indústria terem mostrado que os estoques de petróleo bruto dos EUA caíram mais do que o esperado na semana passada, embora um aumento maior do que o previsto nos estoques de produtos tenha limitado os ganhos.

Já o minério caiu devido à demanda moderada e falta de novos estímulos chineses. O minério de ferro de referência SZZFG4 de fevereiro na Bolsa de Cingapura também caiu 1,97%, a US$ 135,05 por tonelada métrica, atingindo o nível mais baixo desde 21 de dezembro de 2023.

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