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Ibovespa Futuro opera com leve baixa em dia de prévia do PIB e votação da MP das subvenções

Investidores continuam repercutindo a revisão da nota de crédito do Brasil na véspera

Felipe Moreira

B3 Bovespa Bolsa de Valores de São Paulo (Germano Lüders/InfoMoney)

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O Ibovespa Futuro opera com leves perdas nos primeiros negócios desta quarta-feira (20), com investidores repercutindo a prévia do PIB brasileiro, medida pelo IBC-Br, e a elevação do rating soberano do Brasil para BB na véspera.

O índice caiu 0,06% em outubro, após também ter mostrado queda setembro, informou nesta quarta-feira (20) o Banco Central do Brasil. Em relação a outubro de 2022, o IBC-Br mostrou alta de 1,54%. No trimestre encerrado em setembro, o indicador teve queda de 0,42% ante o trimestre anterior. Em relação ao mesmo trimestre de 2022, houve crescimento de 0,88%.

Na seara política, foi adiada para hoje (20) a votação, no Senado Federal, da MP das subvenções, que muda as regras de tributação de incentivos fiscais concedidos por Estados para empresas. A previsão é que o texto seja votado a partir das 16h.

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Às 9h18, o índice futuro com vencimento em fevereiro de 2024 operava com desvalorização de 0,20%, aos 133.735 pontos.

Em Wall Street, os índices futuros dos Estados Unidos operam com baixa nesta quarta-feira (20), às vésperas da divulgação do indicador de inflação preferido do Federal Reserve (Fed), o deflator PCE.

O índice pode calibrar as apostas de um corte nas taxas de juros americanas já no começo do próximo ano.

Nesta manhã, o Dow Jones Futuro caía 0,17%, S&P Futuro recuava 0,21% e Nasdaq Futuro registrava baixa de 0,28%.

Dólar hoje

O dólar comercial operava com alta de 0,04%, cotado a R$ 4,866 na compra e R$ 4,867 na venda.

O dólar futuro (DOLF24) para janeiro caía 0,09%, indo aos 4,859 pontos.

Enquanto isso, DXY, índice que mede a força do dólar perante à uma cesta de moedas, opera com alta de 0,21%, a 102,38 pontos.

No mercado de juros, os contratos operavam com baixa. O DIF24 opera com baixa de 0,01 pp, a 11,64%; DIF27, -0,02 pp, a 9,70%; DIF29, -0,02 pp, a 10,12%; DIF31 -0,02 pp, a 10,38%.

Exterior

Os mercados europeus operam com perdas em sua maioria, após negociações positivas na sessão anterior.

A inflação no Reino Unido desacelerou mais acentuadamente do que o esperado em novembro, para 3,9%, abaixo dos 4,6% em outubro, mostraram dados oficiais na quarta-feira, aumentando a pressão sobre o Banco da Inglaterra para cortar as taxas em 2024.

Na semana passada, o Banco de Inglaterra manteve a sua principal taxa de juro inalterada em 5,25% e disse que a política monetária “provavelmente precisará de ser restritiva por um longo período de tempo”.

Ásia

A maioria dos mercados asiáticos fechou no azul, com as ações do Japão estendendo os ganhos da sessão anterior, depois que o Banco do Japão (BOJ) deixou inalterada a sua política monetária ultra-flexível.

O BOJ manteve as taxas de juro em -0,1%, ao mesmo tempo que manteve a sua política de controle da curva de rendimentos que mantém o limite superior para o rendimento das obrigações do governo japonês a 10 anos em 1% como referência. O governador do BOJ, Kazuo Ueda, também adotou um tom pacifista em uma conferência de imprensa após a decisão política.

O Banco Popular da China também manteve a taxa preferencial de empréstimo de um ano em 3,45% . A taxa de referência de empréstimo de cinco anos permaneceu inalterada em 4,2%.

Commodities

As cotações do petróleo operam em alta, com traders atentos aos desenvolvimentos no Mar Vermelho.

As cotações do minério de ferro na China fecharam no campo positivo, interrompendo uma sequência de perdas, apoiadas pela persistência de estoques baixos e pelas expectativas de uma onda de compras para o reabastecimento de inverno, embora a queda na demanda devido à crescente manutenção de equipamentos entre as usinas tenha limitado os ganhos.