Citi espera leve alta na demanda por aço, revisa projeções e mantém Gerdau como favorita

Mesmo com crescimento inferior ao observado em 2023, Citi espera que demanda por aço avance 2% em 2024

Camille Bocanegra

(Giles Barnard/Construction Photography/Avalon/Getty Images)

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O Citi atualizou seu modelo de oferta e demanda para o aço no Brasil, com previsões ainda otimistas para 2024. A expectativa é que haja ligeiro fortalecimento, com crescimento de cerca de 2% na demanda por aço. Dentro das projeções, a tonelada do minério de ferro é vista por US$ 120. A demanda cresceu 3,7% no ano passado e foi atendida por importações, que apresentaram avanço de 50%.

“Prevemos que a demanda cresça cerca de 2% em 2024, com as remessas domésticas aumentando cerca de 3%. A capacidade permanece estável e as importações seguem como um fator-chave. O governo anunciou um pequeno aumento nas tarifas de vergalhão na semana passada, mas nada ainda sobre aços planos”, considera o banco.

As importações, na análise, são consideradas ainda uma “incógnita significativa”, em especial pelo fato de tarifas ainda estarem em discussão. Para as companhias brasileiras, no entanto, não há alteração na classificação do Citi, que apenas revisou preços-alvos para Gerdau (GGBR4), CSN (CSNA3), Usiminas (USIM5) e CSN Mineração (CMIN3).

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O banco continua recomendando compra para Gerdau, nome preferido no setor, mas ajustou o preço-alvo para baixo, de R$ 28 para R$ 32. A CSN segue com recomendação neutra mas teve seu preço-alvo elevado de R$ 12,75 para R$ 17,50, assim como a CMIN (neutra), com estimativa de preço em R$ 6,50, antes R$ 4,75. Por fim, a Usiminas também é recomendada como neutra e teve seu preço-alvo majorado para R$ 9,50 em relação aos R$ 7,00 anteriores.

As companhias fecharam a sessão da sexta-feira (9) com quedas. A Gerdau perdeu 1,73%, a R$ 20,98, a Usiminas recuou 1,27%, cotada a R$ 9,28, a CSN desvalorizou 1,43%, a R$ 17,80 e os papéis da CSN Mineração recuaram 1,82%, a R$ 6,47.