Chevron arremata 9 blocos no setor SP-AP1 da Bacia de Pelotas, a um bônus de R$ 109,1 mi

A oferta permanente funciona como um banco de áreas de petróleo e gás natural que são licitadas em ciclos a partir da demanda dos interessados

Estadão Conteúdo

Refinaria de petróleo PCK Schwedt em Schwedt, Alemanha (Krisztian Bocsi/Bloomberg)

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Em leilão realizado pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) na manhã desta quarta-feira, 13, a Chevron arrematou nove blocos marítimos no setor SP-AP1 da Bacia de Pelotas por R$ 109,1 milhões durante o 4º Ciclo da Oferta Permanente pelo regime de concessão. O ágio foi de 463,8%. O investimento previsto na área é de R$ 435,9 milhões.

Mais cedo, a Chevron arrematou cinco blocos marítimos no setor SP-AUP4 por R$ 16,14 milhões.

Até o momento, blocos em oito setores da Bacia de Pelotas foram leiloados, sendo que cinco não receberam ofertas. O bônus acumulado na rodada até agora é de R$ 201, milhões.

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Neste leilão, estão sendo ofertados, no total, 165 blocos da Bacia de Pelotas.

A oferta permanente funciona como um banco de áreas de petróleo e gás natural que são licitadas em ciclos a partir da demanda dos interessados, em substituição aos leilões tradicionais da ANP realizados desde 1999, em que os blocos ofertados eram designados pelo governo.

Especificamente no regime de concessão dentro da Oferta Permanente, 87 empresas estão aptas a participar, mas somente 21 delas apresentaram declarações de interesse e garantias de oferta para os 33 setores em jogo nesta quarta, que reúnem um total de 602 blocos. No regime de concessão, vence a disputa a empresa que oferecer o maior bônus de assinatura e se comprometer a executar o Programa Exploratório Mínimo (PEM).