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Novas tecnologias podem encurtar a liquidação de operações de câmbio? Especialista explica 

O programa "Câmbio" desta semana trouxe como convidado Keiji Sakai, diretor-geral no Brasil da empresa de tecnologia R3

SÃO PAULO – As liquidações de operações no mercado de câmbio normalmente acontecem em D+2 (dois dias úteis após a operação), mas o uso de novas tecnologias, como o blockchain,  podem ajudar a encurtar o prazo dessas transações.  

Este foi um dos assuntos do programa “Câmbio” desta semana, apresentado pelo professor do curso dólar para investidores do InfoMoney, Gustavo Cunha, que trouxe como convidado Keiji Sakai, diretor-geral no Brasil da empresa de tecnologia R3. 

Para Sakai, o prazo para a conclusão das operações está mais relacionado à capilaridade dos sistemas. Ele citou como exemplo a Swift (Sociedade para Telecomunicações Financeiras Interbancárias Mundiais, na sigla em inglês), cujo código que leva o seu nome serve justamente para identificação dos bancos – possibilitando as transferências internacionais.  

“A Swift tem 11 mil participantes na sua rede. A capilaridade e a padronização permitem você fazer a comunicação entre os sistemas”, destacou.  

Ainda assim, ele afirma que as novas tecnologias (como o blockchain) podem aumentar a velocidade das transações. “É uma grande revolução. A discussão é justamente quanto isso pode trazer de benefício e redução de tempo”, afirma. 

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