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Assustado com a queda do Bitcoin? Gráfico indica que derrocada pode chegar até os US$ 9.000

Em poucos dias, a maior moeda digital do mundo perdeu cerca de 35% do seu valor, chegando a operar hoje abaixo dos US$ 13 mil

Bitcoin
(Shutterstock)

SÃO PAULO - Se ontem o maior susto parecia apenas para os brasileiros, nesta sexta-feira (22) a cotação do Bitcoin - e demais criptomoedas - despenca pelo mundo. Em poucos dias, a maior moeda digital do mundo saiu da sua máxima nos US$ 20 mil (atingida em 17 de dezembro) para os atuais US$ 13 mil, perdendo cerca de 35% do seu valor.

Enquanto muitos investidores se apavoram com a queda da moeda, levando alguns a falar que "a bolha estourou", graficamente, a moeda pode ter encontrado um ponto de respiro, aponta o analista técnico Rodrigo Cohen.

O primeiro suporte, diz, estaria nos US$ 12.400, patamar que a moeda chegou a romper hoje, mas conseguiu recuperar rapidamente. Às 16h38 (horário de Brasília), o Bitcoin era cotado a US$ 13.081 (-16,1%), depois de ter batido nos US$ 11.833 na mínima das últimas 24 horas. Mas, caso seja perdido, o cenário já começa a ficar mais nebuloso. O próximo suporte, aponta, está bem mais distante, nos US$ 9.000, o que representaria uma queda de 31% frente ao patamar atual. 

Para encontrar esses patamares, o analista usou o PivotPoint, seu indicador técnico preferido (veja aqui), que se baseia no pregão anterior para traçar pontos de suporte e resistência para o dia seguinte e que, segundo ele, tem funcionado muito bem para criptomoedas.

No gráfico, Cohen aponta as regiões que acredita que o Bitcoin pode respeitar nos próximos dias, assim como sinaliza com setes vermelhas diversos pontos onde a moeda bateu e segurou no PivotPoint em períodos passados. Confira:

PivotPoint: Rodrigo Cohen conta por que esse é o seu indicador preferido

 

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