Resultado da seguradora

BB Seguridade (BBSE3) lucra 11% menos no terceiro trimestre, para R$ 975,8 milhões

A receita líquida atingiu a cifra de R$ 5,09 bilhões no período, retração de 18,2% na comparação com igual etapa de 2020.

Por  Equipe InfoMoney -

A BB Seguridade (BBSE3) reportou lucro líquido ajustado de R$ 975,8 milhões no terceiro trimestre de 2021 (3T21), recuo de 11% em relação ao mesmo período de 2020.

Segundo a empresa, o resultado do trimestre foi impactado negativamente em R$ 30,5 milhões pela majoração da alíquota de CSLL em 5 p.p. para as sociedades seguradoras e de capitalização, conforme Lei nº 14.183 de 14/07/2021 em vigor até o final deste ano.

Nos nove primeiros meses de 2021, o lucro líquido ajustado atingiu R$ 2,706 bilhões, redução de 8,6%.

No trimestre, o resultado financeiro consolidado da BB Seguridade e de suas investidas foi 85,9% inferior ao reportado em igual período do ano anterior.

De acordo com a seguradora, o desempenho foi impactado principalmente pela marcação a mercado negativa gerada pela abertura da estrutura a termo de taxa de juros tanto nominal quanto real e pelo descasamento temporal na atualização dos ativos e passivos indexados ao IGP-M dos planos tradicionais da Brasilprev.

A receita líquida atingiu a cifra de R$ 5,09 bilhões no período, retração de 18,2% na comparação com igual etapa de 2020.

Os Prêmios emitidos somaram R$ 3,468 bilhões no trimestre, alta de 19,4% na comparação com 2020.

Já prêmios ganhos totalizaram R$ 2,31 bilhões no trimestre, alta de 15,% em relação ao 3T20.

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O índice de sinistralidade da BB Seguridade teve alta de 9 pontos percentuais no trimestre, atingindo 41,3%.

As despesas gerais e administrativas cresceram 3,5% no 3T21, para R$ 4,161 bilhões.

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Isso, segundo a BB Seguridade, em função do falecimento do titular do plano de previdência em decorrência de Covid-19, com consequente liberação do saldo da reserva para os beneficiários indicados, a necessidade de uso dos recursos financeiros pelos clientes para pagamento de despesas mensais correntes, reflexo da crise econômica gerada pela pandemia e o uso do montante acumulado para compra de imóveis em grandes centros urbanos.

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