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Petrobras faz esclarecimento sobre ofertas pela Liquigás; dados de tráfego de Gol e Azul e mais notícias

Confira os destaques corporativos desta sexta-feira (5)

Liquigás
(Divulgação)

No Radar InfoMoney destaque para Petrobras com avanço nas propostas de venda da Liquigás e às aéreas Gol e Azul, com dados de tráfego.

Petrobras (PETR3;PETR4)

A Petrobras selecionou quatro pré-propostas entre as que recebeu pela Liquigás, segundo o jornal Valor Econômico. As interessadas – GP Investment, fundos Mubadala, Advent e Itaúsa – terão que apresentar até o início de agosto propostas vinculantes. A publicação diz que Mubadala e Itaúsa são favoritas. O preço de referência para a venda é de R$ 2,8 bilhões, com base na proposta barrada pelo Cade, da Ultragás (que tenta novamente arrematar a Liquigás, mas por meio de um dos consórcios já selecionados).

Outras gestoras que estavam interessadas na Liquigás, inicialmente, eram a Warburg Pincus e Carlyle, mas já deixam a mesa de negociações. O fundo canadense CPPIB também avaliou. A Petrobras dispensou ainda na primeira fase ao menos duas propostas, com valores entre R$ 1,7 bilhão e R$ 2 bilhões, acrescentou o Valor.

Em comunicado ao mercado agora pela manhã, a Petrobras esclareceu que referente à venda da Liquigás Distribuidora esse projeto de desinvestimento se encontra na fase vinculante, conforme divulgado ao mercado em 20 de junho de 2019.

“Na fase anterior do projeto, a Petrobras recebeu ofertas não vinculantes, qualificando um determinado número de potenciais compradores para a fase vinculante, ainda em andamento. Tal fase só será encerrada com o recebimento de ofertas vinculantes, não sendo possível saber, neste momento, os valores e nem mesmo a quantidade de propostas vinculantes referentes a essa operação”, afirmou a petroleira.

A Petrobras está realizando hoje o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP), no montante de R$ 1,304 bilhão, correspondente a um valor bruto de R$ 0,10 por ação ordinária ou preferencial, com base na posição acionária de 21 de maio de 2019.

Gol (GOLL4)

A companhia aérea Gol divulgou os seus números operacionais prévios de junho. Segundo a empresa, no segundo trimestre, a oferta (ASK) avançou 6,5% ante o mesmo intervalo do ano passado. A demanda (RPK) no período avançou 11,6%. A taxa de ocupação entre abril e junho ficou em 81,9%, uma alta de 3,8 pontos porcentuais na comparação anual.

Apenas em junho ante o mesmo mês do ano passado, a oferta subiu 7%, enquanto a demanda avançou 14,4%. A taxa de ocupação foi de 83,0%, alta de 5,4 pontos porcentuais.

No mercado doméstico, a oferta (ASK) da Gol ficou estável e a demanda (RPK) aumentou em 6,5% em junho ante mesmo mês de 2018. A taxa de ocupação doméstica da Gol foi de 84,3%, um aumento de 5,2 p.p. em relação a Junho de 2018.

A oferta (ASK) e demanda (RPK) da Gol no mercado internacional aumentaram 78,1% e 116,4%, respectivamente, e a taxa de ocupação foi 75,5%, aumento de 13,4 p.p. em relação a Junho de 2018.

Azul (AZUL4)

A Azul informou que o tráfego de passageiros consolidado (RPK) cresceu 21,3% no segundo trimestre, na comparação com o mesmo período do ano passado. Apenas em junho, o RPK registrou aumento de 21,6% em relação a junho de 2018. O aumento na capacidade (ASK) teve aumento de 15,5% no segundo trimestre, enquanto apenas em junho a expansão foi de 14,7%.

As taxas de ocupação atingiram 84,1% no segundo trimestre, alta de 4 pontos porcentuais, na comparação anual, ao passo que apenas em junho ficou em 83,6%, significando uma alta de 4,8 pontos porcentuais sobre o mesmo mês do ano passado.

O tráfego de passageiros domésticos no segundo trimestre aumentou 28,3%, com um aumento de 20,2% na capacidade, resultando em uma taxa de ocupação de 83,1%, um aumento de 5,3 pontos percentuais em relação segundo trimestre do ano passado.

Para o Itaú BBA, a Azul registrou números positivos e consistentes, "com forte demanda no mercado doméstico e forte crescimento da taxa de ocupação nos segmentos doméstico e internacional", em junho. "A Azul aumentou sua taxa de ocupação consolidada, apesar da significativa adição de capacidade no Brasil e do modesto crescimento da demanda no mercado internacional", escreveram.

Cyrela (CYRE3)

A Cyrela Brazil Realty fará o pagamento de dividendos intermediários no montante de R$ 300 milhões, equivalente a R$ 0,78038 por ação ordinária de emissão da companhia. Terão direito ao dividendo os acionistas na data-base de 10 de julho, sendo negociadas “ex-dividendos” a partir do dia seguinte. O pagamento será realizado em 31 de julho.

Copasa (CSMG3)

A Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) aprovou a destituição de todos os membros da diretoria executiva e elegeu novos executivos. Carlos Eduardo Tavares de Castro será diretor-presidente, acumulando interinamente a diretoria de gestão corporativa; e Carlos Augusto Botrel Berto, assumirá como diretor vice-presidente e, interinamente, CFO e DRI.

B2W (BTOW3)

A varejista online B2W, dona dos sites Submarino e Americanas.com, tem realizado testes para a entrega de produtos com drones, diz o Valor. A experiência, por enquanto, acontece no trânsito entre o centro de distribuição da empresa e pontos de venda. Os equipamentos têm autonomia de 10 km e transportam mercadorias de pequeno porte, como celulares, tablets e acessórios.

MRV (MRVE3)

A MRV teve sua recomendação cortada pelo Citi, para Neutra, com preço-alvo de R$ 20. Este valor indica um potencial de alta de 4,3% em relação ao último fechamento.

IRB (IRBR3)

O Bradesco e o Itaú Unibanco estudam a possibilidade de vender suas ações na resseguradora IRB em um oferta pública conjunta com Banco do Brasil e União, ou em seguida, diz o Valor. Os bancos privado vêm sinalizando que não pretendem ampliar sua presença no IRB, já que têm direito de preferência, após consulta do governo.

A questão é que se ficarem com fatia no IRB Bradesco e Itaú poderia implicar aos bancos responder por seu controle, sem tê-lo de fato, acrescenta a publicação.

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