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Parecer da Previdência, G-20 e guerra comercial: tudo o que você precisa acompanhar esta semana

Tudo que o investidor precisa saber para operar nesta semana

Investidor
(Shutterstock)

SÃO PAULO - O Ibovespa começou junho seguindo os bons ventos do mês passado, com leves ganhos na última semana em meio ao cenário mais calmo na política doméstica e no ambiente externo. Para os próximos dias, porém, fica a expectativa para a Previdência no Congresso e o encontro do G-20 no Japão.

Esta semana esta prevista a entrega do parecer da reforma da Previdência na comissão especial da Câmara. Era esperado que ocorresse nesta segunda ou terça-feira, mas divergências entre governadores e deputados sobre a manutenção ou não de estados e municípios na reforma geraram incertezas sobre quando o documento será realmente entregue.

Governadores cobram a permanência de estados e municípios na reforma e esperam que o relator, Samuel Moreira, compareça a um fórum na terça antes de apresentar seu relatório na comissão especial.

Enquanto isso, na sexta-feira (14), sindicatos prometem greve geral contra a reforma. No Congresso, a votação do crédito suplementar de R$ 248,9 bilhões para cumprir regra de ouro está prevista para terça-feira (11).

Cenário externo e indicadores
No exterior, o foco se volta para as conversas entre Estados Unidos e México sobre a guerra comercial e possível imposição de tarifas contra os mexicanos. É possível que ocorra um anúncio sobre o assunto nos próximos dias.

Enquanto isso, o mercado começa a semana digerindo a reunião do fim de semana dos ministros de finanças e banqueiros centrais do G20. O encontro deve debater as disputas entre os países e poderá afetar os mercados na segunda.

Após os dados recentes fracos de inflação e atividade, o que impulsionou apostas em cortes de juros, nesta semana novos dados deverão dar mais material para analistas e investidores avaliarem os próximos passas da política monetária. Saem nesta semana os dados do IBC-Br (considerado uma prévia do PIB) e indicadores de varejo e serviços.

No exterior, atenção para os dados de inflação e vendas no varejo dos EUA, que poderão influenciar os yields dos treasuries e as estimativas sobre os juros do Federal Reserve, após o BC americano ter sinalizado nesta semana que poderá cortar juros em breve.

Na China sairão dados de exportação e importação, com previsões de baixa em meio à guerra comercial, além de números da indústria, varejo e inflação.

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