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Copel elege novo CEO, Petrobras e BR Distribuidora fecham contrato de R$ 2 bilhões e mais notícias

Confira os destaques corporativos desta quarta-feira (9)

torre de energia
(IBS Energy)

SÃO PAULO - Os preços do petróleo sobem nesta quarta-feira (9), ampliando os ganhos da sessão anterior, na esperança de que EUA e China possam resolver a disputa comercial que desencadeou uma desaceleração econômica global. A notícia pode impactar as ações da Petrobras (PETR3; PETR4).

No radar de empresas, Petrobras e BR Distribuidora fecham contrato de compra e venda de gás natural, Copel elege novo diretor-presidente, Engie Brasil quer retomar negociações com Petrobras para comprar TAG e mais notícias.

Confira esses e mais destaques corporativos de hoje:

Petrobras (PETR3; PETR4); BR Distribuidora (BRDT3)

A Petrobras fechou um contrato de compra e venda de gás natural com a sua controlada de distribuição de combustíveis, a BR Distribuidora, no valor de R$ 2 bilhões, com prazo de 730 dias.

“As negociações e condições comerciais propostas para o novo contrato de compra e venda de gás natural entre BR e Petrobras, transcorreram de forma transparente e seguindo as Diretrizes Comerciais e Norteadores estabelecidos pela Petrobras para atendimento ao mercado não termelétrico”, disse a estatal em comunicado.

Banco do Brasil (BBAS3)

O atual diretor-presidente da gestora de recursos do Banco do Brasil, BB DTVM, Carlos André, deve permanecer no cargo, segundo a coluna Broadcast, do jornal o Estado de S. Paulo. Dentre as funções do executivo está a de tocar uma possível abertura de capital da asset nos moldes da BB Seguridade. 

Copel (CPLE6)

O conselho de administração da Copel elegeu Daniel Pimentel Slaviero como novo diretor-presidente, Eduardo Vieira de Souza Barbosa como diretor jurídico e de relações institucionais e David Campos como diretor-adjunto.

Engie Brasil (EGIE3)

Em entrevista ao jornal Valor Econômico, o presidente da Engie Brasil, Eduardo Sattamini, disse que espera retomar neste ano as negociações com a Petrobras para a aquisição da subsidiária da estatal TAG (Transportadora Associada de Gás).

A empresa é dona de uma rede de gasodutos de cerca de 4,5 mil km de extensão no Brasil e é um dos principais projetos do plano de desinvestimentos da Petrobras, podendo arrecadar até US$ 9 bilhões com a venda.

Itaú Unibanco (ITUB4)

As ações do Itaú, foram rebaixadas de ‘outperform’ a ‘neutro’ pelo analista Luis Fernando Azevedo, do Safra. O preço-alvo dos papéis foi elevado de R$ 34 para R$ 38,50, o que implica em um potencial de alta de 2,6% em relação ao último fechamento.

Itaúsa (ITSA4)

Também o Safra rebaixou a ‘neutro’ Itaúsa, antes classificada como ‘outperform’. O preço-alvo foi elevado de R$ 12,20 para R$ 14, o que implica em um potencial de alta de 8,7% em relação ao último fechamento.

Cielo (CIEL3)

A Guggenheim iniciou a cobertura das ações da Cielo com recomendação ‘neutra’.

BB Seguridade (BBSE3)

A BB Seguridade teve a recomendação rebaixada a ‘neutra’ pelo analista Domingos Falavina, do JP Morgan. O preço-alvo também foi rebaixado, de R$ 29 para R$ 28, implicando um potencial de alta de 1,7% em relação ao último fechamento.

Taurus Armas (FJTA4)

A Taurus Armas, nova denominação da Forjas Taurus, aprovou ontem um acordo preliminar para encerrar a ação judicial proposta nos EUA envolvendo supostos defeitos apresentados em modelos de revólveres. A proposta do acordo envolve custos estimados entre US$ 7,1 milhões e US$ 7,9 milhões.

Anima (ANIM3)

O Itaú BBA atualizou suas estimativas de Anima para incorporar os resultados mais recentes da companhia. Os analistas também modificaram o preço-alvo de R$ 30 em 2018 para R$ 22 em 2019, mantendo a recomendação de ‘market perform’.

Renova Energia (RNEW4)

A Renova confirmou que “está em negociação avançada” com o BNDES para prorrogar o vencimento do empréstimo para implementar o complexo eólico. A opção veio após o recebimento de oferta vinculante da Farallon para o financiamento do Complexo Eólico Alto Sertão III e a não aprovação da oferta vinculante da AES para venda do projeto.

Concessionárias

De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, o governo Bolsonaro está estudando mudar o modelo de concessão de rodovias federais e ao invés de exigir pedágios mais baratos, pode cobrar outorgas bilionárias nos próximos leilões.

Se a proposta for adiante, o dinheiro arrecadado abastecerá um fundo rodoviário nacional para implementar melhorias e duplicações nas demais vias. Segundo a reportagem, a proposta da mudança veio de Tarcísio Gomes de Freitas, ministro da Infraestrutura, que busca resolver o problema da malha rodoviária federal durante sua gestão.

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