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BRF afasta funcionários citados na Operação Trapaça, Petrobras de olho em venda de ativos e mais notícias

Confira os destaques corporativos desta terça-feira (16)

BRF
(Divulgação)

SÃO PAULO - Os preços do petróleo subiram nesta terça-feira (16), com sinais de que as exportações iranianas de petróleo caíram desde de setembro e seguem baixas neste mês, antes das sanções dos EUA contra o Teerã, que devem começar em novembro. A notícia pode impactar as ações da Petrobras (PETR3; PETR4).

Ainda no radar, a BRF afasta 43 funcionários citados na Operação Trapaça da Polícia Federal, Petrobras terá novo plano de remuneração e mais notícias. Confira os destaques corporativos desta terça-feira (16):

Petrobras (PETR3; PETR4)

A venda da Transportadora Associada de Gás (TAG) é um dos principais meios da Petrobras se aproximar do cumprimento da meta de vendas de ativos de 2018, visto que até o momento só possui um quarto de sua meta de parcerias e desinvestimentos executada.

De acordo com o jornal Valor Econômico, há “muitos negócios no horizonte” dos próximos meses para a companhia. Entre os mais avançados está a venda conjunta dos polos de Enchova e Pampo, em águas rasas na Bacia de Campos. Outro desinvestimento em curso é o da fatia de 50% da PetroÁfrica, para a Vitol, avaliada em US$ 1,3 bilhão.

Também no radar de Petrobras, a companhia vai detalhar ainda esta semana um novo modelo de remuneração, o Programa de Remuneração Variável dos Empregados (PRVE), condicionado a três pilares: metas de desempenho pré-acordadas, desempenho da gerência a qual o empregado está vinculado e ao desempenho da companhia.

Segundo a petroleira, o programa permitirá o pagamento de um valor monetário adicional anualmente.

Para esta terça-feira, a Petrobras manteve o preço da gasolina inalterado nas refinarias, a R$ 2,1490.

Gol (GOLL4); Smiles (SMLS3)

Após a Gol anunciar na última segunda-feira (15) que não pretende renovar o contrato com a Smiles, a empresa de programa de fidelidade perdeu R$ 2,5 bilhões em seu valor de mercado - pior pregão desde o IPO da companhia. De acordo com a companhia aérea, a manutenção das duas empresas separadas “se tornou um fardo”.

Leia Mais: Smiles: de "oportunidade" da Bolsa para alvo da "fúria" dos acionistas com apenas uma notícia

BRF (BRFS3)

Ontem, as investigações da Operação Trapaça, realizada pela Polícia Federal, indiciou 43 pessoas, entre elas o empresário Abilio Diniz e o ex-diretor-presidente global Pedro de Faria. Em nota à imprensa, a BRF anunciou que vai afastar preventivamente todos os funcionários citados no relatório da PF "até o esclarecimento dos fatos".

A companhia ressalta ainda que mantém conversas "de forma ampla e transparente" com os investigadores e que vai continuar com as iniciativas internas lideradas pelo Comitê Independente de Investigação.

Diniz também se pronunciou por meio de nota, afirmando que não existem, no documento, "elementos que demonstrem irregularidades" atribuídas a ele.

Kroton (KROT3)

A Kroton pretende fazer novas aquisições na área de educação básica em 2019 como parte da sua estratégia de crescimento de longo prazo. De acordo com o jornal Valor Econômico, o plano da companhia é crescer por meio de aquisições e ampliação de escolas já existentes.

Além disso, a Kroton deve manter as marcas da Somos e da Saber após a integração dos negócios - esperando obter ganhos de sinergia de R$ 300 milhões nos próximos quatro anos.

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Equatorial (EQTL3)

O Goldman Sachs elevou a recomendação dos papéis de Equatorial Energia para “compra”, estimando um preço-alvo de R$ 73.

Localiza (RENT3)

O Itaú BBA rolou o preço-alvo para os papéis de Localiza para 2019 e manteve a sua recomendação de outperform (performance acima da média do mercado). Os analistas estimam um preço-alvo de R$ 29,50 (contra R$ 28 para 2018), o que totaliza um upside de 22,92% em relação ao fechamento do dia 15.

“Localiza continua se consolidando no mercado uma vez que o seu crescimento supera o da concorrência”, escreve a equipe de análise. E completa: “Fortes ganhos e alto ROIC (Retorno sobre o Capital Investido) justificam a recomendação”.

O papel também faz parte da Carteira InfoMoney. Elaborada pelo editor-chefe do InfoMoney e analista Thiago Salomão, a carteira acumula ganhos de 16,75% em 2018, contra 8,08% do Ibovespa. Desde seu início, em janeiro de 2016, o portfólio sobe impressionantes 114,55%, contra alta de 89,58% do Ibovespa no período.

A Carteira InfoMoney é divulgada todo mês em primeira mão aos alunos do curso "Como Montar uma Carteira de Ações Vencedora" e aos assinantes do relatório Carteira InfoMoney Premium. As modificações para outubro devem ser avisadas aos alunos e assinantes nos próximos dias.

Com Agência Estado

 

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