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Minerva salta 4,5% com rumor de fusão com BRF; Eletrobras afunda 9% e mais destaques

Confira os principais destaques do pregão desta terça-feira (5)

suínos

SÃO PAULO - Confira os destaques acionários do pregão desta terça-feira (5):

Minerva (BEEF3) e BRF (BRFS3)
O frigorífico Minerva está estudando propor uma capitalização da BRF, o que poderia ajudar na desalavancagem da dona das marcas Sadia e Perdigão. As informações são do site Brazil Journal. Segundo a reportagem, o valor do investimento poderia ficar entre US$ 2,5 bilhões e US$ 3 bilhões e seria concomitante a uma fusão. Dependendo do 'valuation', a operação poderia dar ao consórcio Minerva até 30% do capital da BRF.

De acordo com o site, que não detalhou fontes, foram procurados para a operação investidores internacionais, que querem que a Minerva também encontre outros sócios operadores para a empreitada. Um dos possíveis sócios locais citados pela matéria seria o controlador da Cosan (CSAN3), Rubens Ometo, que ainda não estaria convencido dos méritos da transação.

As ações da Minerva, que estavam em queda, viraram para alta e chegaram a entrar em leilão, para em seguida subirem 9,67% antes de perderem força. Já os papéis da BRF não tiveram um grande impacto, atingindo máxima de R$ 25,55, com ganhos de 4,76%.

Em nota, a BRF informou que "não recebeu nenhuma formalização a respeito" de uma transação. Já a Minerva, ressaltou em comunicado ao mercado que não fez proposta de investimento.

Petrobras (PETR4)
Segundo o jornal O Globo, parte do governo trabalha para acelerar a revisão do contrato da cessão onerosa e, com isso, viabilizar o leilão do petróleo excedente nesses campos. O dinheiro obtido na operação, estimado em R$ 80 bilhões, poderia criar um "colchão" para absorver as variações provocadas pela cotação do petróleo no mercado internacional e pelo dólar. A solução, porém, enfrenta resistência da equipe econômica.

De acordo com o jornal O Estado de S.Paulo, interlocutores do presidente Michel Temer estimam em R$ 30 bilhões ao Tesouro Nacional os custos de subsídios nos preços de diesel, gasolina e gás de cozinha até o fim do ano. Segundo a reportagem, o governo avalia tal possibilidade, com receio de que a insatisfação popular não acabe mesmo com o desconto no preço do diesel. A ideia em estudo seria criar uma espécie de "colchão tributário", para amortecer aumentos elevados no preço dos combustíveis.

Os analistas da Eurasia acreditam que a Petrobras provavelmente será afetada novamente no curto prazo se o petróleo subir, já que é improvável que a companhia seja totalmente compensada por descontos no diesel com dinheiro do contribuinte. Para a consultoria de análise de risco, há um espaço "muito limitado" para quaisquer alterações de impostos.

O conselho da estatal aprovou o nome de Ivan Monteiro como presidente efetivo até 2019. O executivo acumulará o cargo com a função de diretor financeiro e de relacionamento com investidores até a nomeação de um novo diretor.

Eletrobras (ELET6)
O Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região suspendeu a privatização de algumas distribuidoras. Foi determinado que a Eletrobras e as subsidiárias Amazonas Energia, Ceron, Eletroacre, Ceal e Cepisa devem suspender processo de desestatização e apresentar em até 90 dias estudo sobre o impacto da privatização nos contratos de trabalho, segundo a estatal divulgou em comunicado ao mercado. Em fato relevante, a companhia diz que "analisará as medidas cabíveis e manterá o mercado informado".

Em análise enviada a clientes, a consultoria de risco político Eurasia disse que é improvável um avanço da privatização da Eletrobras neste momento.

Eletropaulo (ELPL3)
A Enel comprou 73,4% do capital da Eletropaulo no leilão realizado ontem na B3. Foram adquiridas 122,8 milhões de ações a R$ 45,22 cada uma, numa operação de R$ 5,55 bilhões -- o que reduz a liquidez dos papeis. Após o negócio, a S&P Global colocou a Eletropaulo em observação positiva. "Acreditamos que a Eletropaulo possa se beneficiar do suporte de seu novo controlador indireto, a Enel Americas, uma vez concluída a transação", diz o relatório da S&P.

CPFL Renováveis (CPRE3)
A companhia solicitou adiamento de prazo para a reapresentação de documentos da OPA. O prazo inicialmente dado pela CVM se encerrava em 4 de junho, mas foi prorrogado por duas semanas.

Magazine Luiza (MGLU3)
As ações da companhia foram rebaixadas a recomendação 'neutra' pelo Credit Suisse.

Oi (OIBR4)
As ações da empresa foram iniciadas como 'underweight' pelo JPMorgan.

Gerdau (GGBR4)
A siderúrgica foi elevada para 'overweight' pelo Morgan Stanley.

Itaú Unibanco (ITUB4)
As ações do banco foram elevadas para 'compra' pelos analistas do Citi.

Santander (SANB11)
As ações do banco foram elevadas a 'neutra' pelo Citi.

Klabin (KLBN11)
As ações da companhia foram elevadas a ’outperform’ pelo Itau BBA, preço-alvo R$ 25.

(com Bloomberg e Agência Estado)

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