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Novo IPO na bolsa, ajuda de R$ 66 milhões e ação contra ex-presidente da Usiminas agitam a noite

Confira as principais notícias corporativas da noite desta sexta-feira (21)

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(Peter Andrews/Reuters)

SÃO PAULO - A semana termina com destaque para o noticiário corporativo, que conta com a precificação da mais nova ação da bolsa, a Biotoscana, além de um grande acordo assinado pela Paranapanema com a Glencore. Confira os destaques:

Biotoscana
A Biotoscana teve suas ações precificadas em R$ 26,50, ficando na média da faixa indicativa, que era entre R$ 24,50 e R$ 28,50. Com isso, a companhia levantou R$ 1,34 bilhão com seu IPO (Oferta Pública Inicial, na sigla em inglês). As ações começam a ser negociadas na próxima terça-feira (25).

A Biotoscana é uma empresa do setor farmacêutico e de higiene da Colômbia, sendo a segunda companhia a fazer um IPO esta semana, seguindo o Carrefour. Esta é a quinta oferta de ações na B3 este ano: Movida, Azul, Hermes Pardini e o próprio Carrefour.

Usiminas (USIM5)
A Usiminas informou que, seguindo solicitação dos acionistas, a empresa ajuizou uma ação de responsabilidade contra o ex-presidente Rômel Erwin de Souza, que foi destituído da presidência da siderúrgica em março.

Souza é acusado de violar o estatuto da empresa ao ter assinado, em 2016, um memorando com a Mineração Usiminas (Musa) sem a presença de outro diretor estatutário e sem anuência do conselho de administração.

Paranapanema (PMAM3)
A produtora de cobre Paranapanema anunciou um acordo de investimento com a multinacional anglo-suíça Glencore, dentro de seu processo de reestruturação, com a empresa tentando retomar sua plena atividade operacional.

Neste acordo, a Paranapanema poderá emitir novas ações que serão subscritas pela Glencore, resultando em um investimento de R$ 66 milhões. Além disso, o acordo prevê que a Glencore indicará um membro para compor o conselho de administração da empresa, sujeito à aprovação dos acionistas da Paranapanema.

"A cooperação com a Glencore será muito frutífera, na medida em que uma grande variedade de oportunidades será explorada por ambas as empresas e criará valor para os respectivos acionistas", explica Marcos Camara, CEO da Paranapanema.

 

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