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Lucro da Telefônica cai 23% no 2º trimestre; prévia de imobiliária e mais 2 notícias no radar

Confira os principais destaques corporativos da noite desta terça-feira (26)

sede da Telefônica/Vivo em SP
(Divulgação)

SÃO PAULO - A temporada de resultados continua em destaque na noite desta terça-feira (26), com o balanço da Telefônica, que viu seu lucro cair 23% no segundo trimestre. Ainda no radar estão a prévia da EzTec e um aumento de capital que será feito pela Prumo. Confira os destaques:

Telefônica (VIVT4)
A Telefônica Brasil, grupo de telecomunicações que opera sob a marca Vivo, teve lucro líquido de R$ 699,5 milhões no segundo trimestre, queda de 23,2% em relação ao mesmo período do ano passado. A companhia registrou geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, na sigla em inglês) de R$ 3,2 bilhões no período, montante 3,7% acima do verificado no segundo trimestre de 2015.

Já a receita líquida atingiu R$ 10,5 bilhões no período, o que representa um avanço de 0,8% na comparação anual. O resultado foi atribuído a um evento não recorrente de 2015, quando a empresa comprou a GVT e fez um aumento de capital de R$ 16,1 bilhões. Sem essa receita, o lucro teria ficado estável.

EzTec (EZTC3)
A construtora EzTec divulgou sua prévia do segundo trimestre, reportando uma queda de 27% em seus lançamentos no segundo trimestre, atingindo R$ 91 milhões. Na comparação com o mesmo período do ano passado, as vendas líquidas caíram 78%, para R$ 29 milhões.

No acumulado do primeiro semestre, a EzTec lançou R$ 143 milhões, 27% a menos do que de janeiro a junho do ano passado, enquanto as vendas caíram 83%, para R$ 53 milhões. No relatório, a empresa informou que, no semestre, 41% dos distratos foram referentes a lançamentos até 2012, 37% foram da safra de 2013, 19% são projetos apresentados em 2014 e 3% dizem respeito a produtos lançados no ano passado.

Prumo Logística (PRML3)
A Prumo Logística comunicou que realizará um aumento do capital social, dentro do limite do capital autorizado, por meio de subscrição privada, no montante de, no mínimo, R$ 495.099.711,84 e, no máximo, de R$ 740.699.191,92, mediante a emissão de, no mínimo, 74.005.936 e, no máximo, 110.717.368 novas ações ordinárias.

Energisa (ENGI11)
A companhia de energia Energisa fixou o preço de sua oferta de novas ações próximo da faixa superior da precificação, sinalizando que há uma perspectiva mais forte do setor para reforçar os planos da distribuidora de energia em reduzir sua dívida.

A companhia vendeu 61,5 milhões de units e colocou mais 22,52 milhões de units em lotes suplementares. A empresa espera precificar as units - composta por uma ação ordinária e quatro ações preferenciais - entre R$ 16 e R$ 20 cada. Segundo a Reuters, a oferta deve ficar em R$ 18,50, o que daria cerca de R$ 1,13 bilhões.

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