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Rating da Petrobras, OPA, resultados e mais 5 notícias agitam radar desta quarta

Confira os principais destaques corporativos desta manhã

Petrobras - Bloomberg
(Bloomberg)

SÃO PAULO - O noticiário corporativo aparece movimentado pelo rebaixamento do rating do Brasil pela Moody's na véspera. Depois de cortar a nota do País, a agência de classificação de risco manteve o rating da Petrobras (PETR3; PETR4), com perspectiva estável. 

A nota "Ba2" da estatal reflete a crença da Moody's de que a probabilidade de apoio do governo do Brasil à empresa não foi significativamente alterado, apesar do rebaixamento da classificação do governo. A Moody's já tirou o grau de investimento da Petrobras, devido a problemas enfrentados pela estatal em decorrência da operação Lava Jato da Política Federal, que investiga um bilionário esquema de corrupção.

Na terça-feira, a Moody's rebaixou o rating soberano do Brasil de "Baa2" para "Baa3", última nota dentro da faixa considerada como grau de investimento, mas alterou a perspectiva da nota para "estável" ante "negativa", sinalizando que o selo de bom pagador do país deve ser mantido no curto prazo.

Bancos
A senadora Gleisi Hofmann vai apresentar nesta quarta-feira a alta da CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) para os bancos de 15% para 22,5%, não 20% como era esperado anteriormente, segundo matéria do Valor Econômico, que não diz como obteve a informação. A senadora também quer retirar o benefício fiscal de grandes empresas, que deduzem do Imposto de Renda os recursos do juros sobre capital próprio. A notícia pode trazer pressão para os papéis dos bancos hoje. 

Lojas Renner
A Lojas Renner (LREN3) teve sua recomendação elevada de manutenção para compra pelo Santander, após queda das ações de 16% nos últimos 30 dias. Embora esperem um cenário desafiador no segundo trimestre, os analistas estão confiantes na capacidade da diretoria da empresa em continuar entregando resultados consistentes. O preço-alvo das ações foi elevado de R$ 121,00 para R$ 123,00.  

Marfrig
Entre a temporada de balanços do segundo trimestre, a Marfrig (MRFG3) teve prejuízo líquido de R$ 6,1 milhões no segundo trimestre, ante resultado negativo de R$ 55,1 milhões em igual período do ano anterior.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da companhia totalizou R$ 465,7 milhões de abril a junho, avanço de 68,3% na comparação anual.

Nesta manhã, o presidente da companhia, Martin Secco Arias, disse que a companhia vai priorizar crescimento pelo canal food service e que a redução de capacidade da companhia implica em redução de custos e ganho de eficiência, não em cortes de abates. A Marfrig fechou 5 plantas de abate do total de 15 em operação. 

Gerdau
A Gerdau (GGBR4viu seu lucro líquido consolidado do período cair 32,6%, para R$ 265 milhões. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da siderúrgica teve ligeira alta de 1,2% na mesma base de comparação, totalizando R$ 1,18 bilhão, enquanto a receita líquida cresceu 3%, para R$ 10,8 bilhões.

Kroton
Já a Kroton (KROT3) registrou crescimento de 94,7% na receita líquida no segundo trimestre, para R$ 1,4 bilhão, enquanto o lucro líquido ajustado avançou 79,6%, para R$ 513,7 milhões. Segundo a companhia, o crescimento da receita deve-se à incorporação dos números da Anhanguera, como também ao crescimento orgânico de alunos no ensino superior.

Segundo a Citi Corretora, o resultado em um primeiro momento parece positivo, com receita, Ebitda e lucro acima do esperado.

Ouro Fino SA
A Ouro Fino Saúde Animal (OFSA3) teve lucro líquido de R$ 18,8 milhões, um aumento de 25% frente ao resultado de R$ 15,3 milhões registrado em igual período do ano passado. A receita líquida da Ouro Fino Saúde Animal alcançou R$ 132 milhões, aumento de 50% em relação aos R$ 88 milhões do segundo trimestre de 2014. 

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) caiu 7,3%, para R$ 28 milhões. Em igual comparação, a margem Ebitda (receite/Ebitda) recuou 4,5 pontos, para 21,1%. 

Profarma
A Profarma (PFRM3) teve queda de 94,1% no lucro líquido do trimestre no trimestre, para R$ 100 mil. A receita líquida da companhia foi de R$ 840,4 milhões e sofreu uma queda de 4,4% ante o segundo trimestre do ano passado, quando alcançou R$ 878,6 milhões.

O Ebitda teve crescimento de 33,8% ao sair de R$ 20,4 milhões em 2014 e chegar a R$ 27,2 milhões no período de abril a junho deste ano. A margem Ebitda foi de 3,2% e sofreu aumento de 0,9 pontos percentuais ao deixar os 2,3% em 2014.

Fras-Le
A Fra Le (FRAS3) lucrou R$ 14 milhões e mostrou crescimento de 37,3% em seu lucro líquido contra os R$ 10,2 milhões do período no ano de 2014. A receita líquida da companhia foi de R$ 201 milhões, 7,4% a mais que R$ 187,1 milhões nos meses do ano passado.

O Ebitda foi 24,7% maior que R$ 21,9 milhões em 2014 ao encerrar o trimestre em R$ 27,3 milhões. A margem Ebitda foi de 11,7% para 13,6% na comparação dos trimestres, um aumento de 1,9p.p..

Rodobens
A Rodobens (RDNI3) anunciou uma queda de 89% no lucro líquido do trimestre, alcançando R$ 2,1 milhões contra R$ 20 milhões nos meses de abril a junho de 2014. A receita líquida da companhia também caiu ao deixar os R$ 168 milhões, queda de 13% para R$ 146 milhões.

O Ebitda ajustado caiu 66% e foi de R$ 32,1 milhões no ano passado para R$ 11 milhões neste trimestre. A margem sofrey queda de 11,6p.p de 19,2% para 7,6%.

Eucatex
A Eucatex (EUCA4) teve lucro líquido de R$ 7,5 milhões e mostrou aumento de 148,1% ante R$ 3 milhões em 2014. A receita líquida da companhia foi de R$ 264,8 milhões, na comparação trimestral teve crescimento de 3,8% contra R$ 255 milhões no período do ano passado.

O Ebitda cresceu 17,3% ao ir de R$ 39,6 milhões para R$ 46,4 milhões neste trimestre. A margem Ebitda foi de 15,5% para 17,5% - alta de 2p.p..

Gol 
O Conselho de Administração da Gol (GOLL4) aprovou a celebração de contrato de crédito pela subsidiária da companhia aérea Gol LuxCo com a Morgan Stanley Senior Funding no valor de até US$ 300 milhões e prazo de vencimento de até cinco anos, segundo ata de reunião divulgada durante a madrugada desta quarta-feira. 

OSX
A OSX (OSXB3) elegeu novo presidente na última terça-feira. Eduardo Meira Farina assumiu em substituição a Marcello Marin, que permanecerá como diretor financeiro e de relação com investidores da companhia. 

Springs Global
A Springs Global (SGPS3) comunicou hoje ao mercado em geral que seu conselho de administração aprovou o grupamento de suas 200.000.000 ações ordinárias nominativas, na proporção de 4 ações para 1.

As ações da companhia passarão a ser negociadas grupadas no primeiro pregão após a data de realização da AGE (Assembleia Geral Extraordinária) que aprovar o grupamento, ainda sem data marcada. Sem negociação nesta terça-feira, as ações ON da companhia encerraram cotadas a R$ 0,80.

Segundo a companhia, "a adequação da quantidade de ações do capital autorizado passando este, para até atingir o limite de 62.500.000 de ações ordinárias". O Capital Social da companhia é de R$ 1.860.263.807,68, totalmente subscrito e integralizado dividido em 50.000.000 de ações ordinárias.

Construtora Adolpho Lindenberg
A microcap Construtora Adolpho Lidenberg (CALI3; CALI4), cujas ações não são negociadas na Bovespa desde 2011, informou nesta manhã que seu acionista controlador LDI Desenvolvimento Imobiliário estuda a possibilidade de realizar uma OPA (Oferta Pública de Aquisição) das ações ordinárias e preferenciais da companhia para fins de cancelamento de registro de companhia aberta. A empresa aponta, no entanto, que para tal ainda não foi definido um preço máximo a ser pago por ação ou qualquer outra condição da OPA, lembrando que não há qualquer garantia de que a OPA seja concretizada. 

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