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Petrobras e Vale caem 2% e empresa de Eike chega a disparar 47%

Acompanhe aqui a atualização dos principais destaques da Bovespa nesta segunda-feira

Petrobras Bacia de Campos
(Agência Petrobras)

11h59: ALL (ALLL3, R$ 3,87, -3,01%)
Os papéis da ALL renovam mínima histórica nesta sessão. O BTG Pactual disse hoje que as ações da companhia podem ser uma alternativa de investimento para quem quiser fugir do risco de liquidez da Cosan Logística (RLOG3), colocada como sua ação "top pick" no setor de infraestrutura, assim como o JP Morgan, que mantém visão otimista para o papel, citando que a fusão com a Rumo deve adicionar significativa melhora na rentabilidade da empresa. 

11h48: Gol (GOLL4, R$ 12,84, -3,09%)
As ações da Gol caem pela segunda sessão consecutiva apesar de relatórios positivos de hoje do JPMorgan e BTG Pactual. O JP colocou os papéis da aérea como seus top picks na América Latina, com a queda do petróleo podendo jogar para cima as margens da companhia em 2015. Já o BTG colocou as ações da companhia em destaque no Brasil também citando os preços do petróleo. 

11h45: OSX Brasil (OSXB3, R$ 0,26, +36,84%)
As ações da empresa de Eike Batista OSX Brasil disparam hoje, atingindo na máxima do dia valorização de 47,37%, a R$ 0,28. No radar, não aparece nenhuma notícia da empresa que pudesse contribuir para esse movimento. O volume financeiro impressiona e alcançava no momento R$ 1,171 milhão, contra média diária dos últimos 21 pregões de R$ 485 mil. 

11h10: Copasa (CSMG3, R$ 17,05, -10,78%) e Sabesp (SBSP3, R$ 13,09, -3,04%)
Os papéis da Copasa e Sabesp seguem em forte queda nesta sessão. Na última sexta-feira, esses papéis caíram 14,9% e 11,6%, respectivamente. Na quinta, a Copasa admitiu situação crítica da água e que fará campanha educativa para reduzir consumo em Belo Horizonte em pelo menos 30%. Durante entrevista coletiva na sede da empresa, a nova presidente da companhia, Sinara Meirelles, não descartou a possibilidade de que haja racionamento e rodízio, e também que multas sejam aplicadas na conta. 

11h01: Forjas Taurus (FJTA4, R$ 3,94, +8,54%)
As ações da Forjas Taurus sobem forte hoje após o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) ter aprovado a operação que deu à CBC (Companhia Brasileira de Cartuchos) 52,51% do capital votante da empresa. A CBC tinha anteriormente 2,55% das ações ONs da Taurus. 

10h45: Educacionais
Depois de um início de sessão bem negativo, as ações do setor de educação ganharam força e operam entre altas e baixas neste momento: Estácio (ESTC3, R$ 16,56, +1,28%), Kroton (KROT3, R$ 12,63, -0,47%), Ser Educacional (SEER3, R$ 15,56, +1,04%)  e Anima (ANIM3, R$ 23,63, +0,08%). 

Confira as revisões no Fies que derrubam as educacionais em 2015

Hoje, o BB Investimentos revisou para baixo o preço-alvo de todas as ações do setor, citando impactos no curto prazo com as revisões nos preços do Fies: da Anima passou para R$ 33,50 (ante R$ 48,00); da Estácio para R$ 26,50 (antes R$ 37,80); da Kroton para R$ 15,20 (contra R$ 18,50); e da Ser para R$ 24,40 (ante R$ 36,20). 

No radar do setor, vale mencionar ainda que o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) aprovou, sem restrições, acordo da Anima para unir suas operações com as da norte-americana Whitney University System no Brasil, conforme despacho divulgado nesta segunda-feira no Diário Oficial da União. 

10h45: Brasil Insurance (BRIN3, R$ 2,16, -4,0%)
As ações da Brasil Insurance caem hoje, dando sequência à forte derrocada na Bolsa que registra desde abril do ano passado. A companhia informou hoje que Edward Lange, que vinha exercendo a função de diretor presidente, deixará a empresa no decorrer da semana. Ele assumiu o posto em maio do ano passado. Daquele mês até agora, os papéis da companhia desabaram 77%.

O posto de diretor presidente da companhia será ocupado agora por Miguel Longo, que atualmente é o diretor financeiro e de controle e de relações com investidores da empresa. 

10h37: Braskem (BRKM5, R$ 11,57, -4,62%)
As ações da Braskem caem forte pela sexta sessão consecutiva, acumulando no período perdas de 24,5%. No ano, a desvalorização já é de 34,1%. Os papéis da petroquímica vêm sendo penalizados pelo risco de racionamento, que teria forte impacto em suas operações. Na sexta-feira, quando o mercado desabou em meio a maiores preocupações sobre o assunto, as ações da companhia caíram 5,8%.  

10h12: Vale (VALE3, R$ 20,01, -2,49%; VALE5, R$ 17,82, -2,78%)
As ações da Vale recuam pelo terceiro pregão seguido em meio à forte queda do preço do minério de ferro, principal produto da mineradora. Acompanham o movimento os papéis da Bradespar (BRAP4, R$ 13,07, -3,26%), holding que detém participação na Vale. 

Na quinta-feira, veio a notícia de que a produção mundial de aço cresceu apenas 1,2% com a China (quase metade do total) avançando apenas 0,9%. Na sexta-feira, o minério de ferro (62% negociado no mercado à vista da China) caiu 0,6%, para US$ 65,90 a tonelada, no menor nível desde 2009. Com essa conjuntura, a Vale tinha que cair na sexta, como caiu (-5,3%), fechando a R$ 18,30, no caso dos papéis preferenciais, e hoje não deveria ser diferente, com o minério atingindo nova mínima, a US$ 63,30. "Portanto, cautela para Vale nessa semana", alertou o analista Flávio Conde. 

No radar da empresa ainda, na sexta-feira a Standard & Poor's cortou o rating da Vale de A- para BBB+, passando a perspectiva de negativa para estável. Essa foi a primeira vez em 8 anos que a S&P cortou o rating da mineradora. 

10h08: Petrobras (PETR3, R$ 9,31, -2,21%; PETR4, R$ 9,76, -2,40%)
A Petrobras tem seu segundo pregão de queda seguido nesta segunda-feira em meio à queda dos preços do petróleo no mercado internacional e um corte de recomendação feito por um banco de investimentos americano. O BMO Capital Markets revisou para baixo a classificação dos papéis da companhia, para underperform (desempenho abaixo da média). 

 

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