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Resultados de Bradesco, Vale e mais 4 empresas saem entre hoje e amanhã; veja o que esperar

Para a noite desta quarta estão aguardados pelo mercado os balanços da Santos Brasil, Tecnisa, Totvs e Via Varejo; para amanhã de manhã, são aguardados os resultadis do Bradesco e Vale

agência do Bradesco
(Divulgação)

SÃO PAULO - Seguindo com a temporada de resultados trimestrais, seis companhias deverão divulgar seus balanços para o terceiro trimestre deste ano entre a noite desta quarta-feira (29) e amanhã antes da abertura dos mercados.

Para a noite de hoje estão aguardados pelo mercado os balanços da Santos Brasil (STBP11), Tecnisa (TCSA3), Totvs (TOTS3) e Via Varejo (VVAR11). Já para amanhã antes da abertura do pregão da quinta-feira, são aguardados os resultados do banco privado Bradesco (BBDC3; BBDC4) e para a gigante do minério, Vale (VALE3; VALE5).

Para o Bradesco, os analistas Saul Martinez, Domingos Falavina, Christopher Delgado e Yuri R. Fernandes do JP Morgan, acreditam que os resultados do banco serão "decentes", mas as tendências operacionais podem não ser tão fortes quanto as registradas no segundo trimestre deste ano, quando "um aumento substancial na margem financeira levou crescimentos significativos dos lucros".

De acordo com a prévia da instituição, eles esperam lucro líquido de R$ 3,82 milhões, ou R$ 0,91 por ação, "acima da estimativa da Bloomberg, de R$ 0,89 por ação". Eles aguardam ainda um patrimônio líquido de 19,6%, frente aos 20,3% registrados no segundo trimestre deste ano.

Já para a Valea Bradesco Corretora acredita que o lucro líquido deve despencar 45,9%, passando de R$ 8,080 bilhões no terceiro trimestre de 2013 para atuais R$ 4,374 bilhões. Por outro lado, a última linha deve subir 37,2% ante o segundo trimestre, quando fechou em R$ 3,187 bilhões. Vale destacar, porém, que o compilado de sete análises feito pela Reuters mostra um resultado ainda mais fraco, com uma queda de 72,7% no lucro quando comparado com 2013, atingindo US$ 956 milhões.

No entanto, é importante destacar que analistas têm visto a Vale como uma empresa de ótima gestão, que tem entregado números sólidos mesmo neste cenário de desafios. Entre os destaques está a redução de custos e os desinvestimentos feitos no passado recente, o que ajuda a preparar a companhia para os próximos anos, onde o fim dos projetos em Carajás devem impulsionar a mineradora. Das 15 instituições acompanhadas pela Bloomberg, nenhuma recomenda venda dos papéis da Vale, enquanto outras 3 têm recomendação neutra e 12 falam em compra de ações.

 

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