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Polêmica sobre acordo da Petrobras, MMX e mais 6 empresas agitam o noticiário

Nos destaques, conselheiro avalia questionar Petrobras na CVM sobre acordo do pré-sal, enquanto MMX cita dificuldades para encontrar parceiros por conta da queda dos preços do minério

plataforma da Petrobras
(Divulgação/Petrobras)

SÃO PAULO - A semana termina com noticiário corporativo movimentado, com destaque para sete empresas. Um membro do Conselho de Administração da Petrobras (PETR3; PETR4) disse que considera questionar a empresa na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) por não ter sido informado sobre o acordo para produção de petróleo excedente em quatro áreas do pré-sal de R$ 15 bilhões.

Silvio Sinedino, que representa os funcionários na empresa, disse que não sabia do plano de repasse de direitos para a Petrobras explorar até 15,2 bilhões de barris excedentes do pré-sal. Segundo ele, o governo da presidente Dilma Rousseff tornou a companhia de petróleo mais endividada e menos lucrativa do mundo. Mauro Cunha, que representa os acionistas minoritários, também disse que não sabia do assunto com antecedência.

MMX
A mineradora MMX (MMXM3), controlada por Eike Batista, disse nesta quinta-feira que a busca por um parceiro para ajudar a financiar sua expansão tem sido mais difícil por causa da queda dos preços do minério de ferro. 

A MMX está em processo de reestruturação e busca um parceiro para a mina no projeto Serra Azul, em Minas Gerais, enquanto lida com o colapso do conglomerado de petróleo, energia, mineração, construção naval e operações portuárias do empresário.

SulAmérica
Acontecerá neste pregão um leilão de compra e venda na BM&FBovespa de units da seguradora SulAmérica (SULA11), segundo informação divulgada na véspera pela Agência Bovespa. O leilão está previsto para ocorrer entre às 14h e 14h15 na Bolsa, sendo que serão oferecidas 34.073.516 units, que representam 10,18% do total de papéis. O preço considerado é de R$ 15 por unit, podendo movimentar R$ 511,1 milhões. Na véspera, a ação da SulAmérica fechou o pregão a R$ 15,38. O Merrill Lynch atua como instituição intermediária e informou à Bovespa que o vendedor não é acionista controlador ou integrante do bloco de controle da empresa.

Profarma
A distribuidora de medicamentos Profarma (PFRM3) anunciou ontem que foram concluídas as etapas necessárias para associação estratégica da empresa com a AmerisourceBergen Corporation ABC.N, que investiu cerca de R$ 186,7 milhões para ficar com 19,99% da empresa brasileira.

As empresas criaram uma joint-venture em partes iguais que será liderada por Craig Miller, que já chefiou a a unidade de BioServices da companhia norte-americana nos EUA. O anúncio do acordo foi feito em março deste ano.

Eletropaulo
O Conselho de Administração da Eletropaulo (ELPL4) aprovou em reunião nesta quinta-feira a contratação de linha de crédito de até R$ 460 milhões, mediante a celebração de cédulas de crédito bancário ou debêntures.

Também foi aprovada a emissão de R$ 190 milhões em notas promissórias com esforços restritos de colocação e vencimento em até 180 dias. A remuneração será de 100% dos DI mais sobretaxa de 1,35%.

ALL
A América Latina Logística (ALLL3) informou que o benefício fiscal concedido pela Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) à ALL Malha Norte foi estendido até 2013 pela Receita Federal.

A empresa informou que o benefício se consiste na redução de 75% do Imposto de Renda incidente sobre o lucro da ALL Malha Norte.

Copel
A Copel (CPLE6), empresa paranaense de energia, informou nesta quinta-feira que a reunião de seu Conselho de Administração que iria deliberar sobre o reajuste tarifário anual de 2014 foi adiada para data ainda a ser definida.

"As análises internas para identificar a melhor forma de aplicação do reajuste tarifário anual 2014 da Copel Distribuição não foram concluídas", disse a empresa em comunicado.

Net
O Conselho de Administração da empresa de TV a cabo Net, do grupo América Móvil AMXL.MX, aprovou nesta quinta-feira a celebração de instrumento particular de adiantamento para futuro aumento de capital (Afac) de R$ 267 milhões, segundo ata da reunião.

O objetivo é obter recursos financeiros para seguir a implementação de seu plano de investimentos e reduzir seu endividamento atual. O acordo foi fechado entre a companhia e a operadora de celular Claro, do mesmo grupo, tendo como intervenientes a controladora Embratel.

(Com Reuters)

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