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TEMPO REAL: Petrobras e Eletrobras zeram perdas; Saraiva bate menor patamar desde 2009

Acompanhe aqui a atualização dos principais destaques da Bolsa nesta sexta-feira

13h27: Petrobras e Eletrobras zeram perdas
Depois de abrirem em queda superior a 3%, as ações da Petrobras (PETR3; PETR4) tiravam um alívio na Bolsa e zeraram as perdas nesta tarde. Neste momento, os papéis ordinários da estatal sobem 0,45%, sendo cotados a R$ 13,47, enquanto os preferenciais caem levemente 0,36%, a R$ 13,94. O motivo do pessimismo mais cedo foi a pesquisa Ibope divulgada na noite da véspera, que diferente do que se previa, mostrou que a presidente Dilma Rousseff venceria a eleição em 1° turno. 

Papéis de outras empresas estatais que também subiram bem nos últimos dias por conta da expectativa da pesquisa Ibope e eram penalizados mais cedo também amenizaram o movimento. As ações ordinárias da Eletrobras (ELET3; ELET6)  recuam 1,56%, a R$ 5,68, enquanto as preferenciais avançam 1,11%, a R$ 10,00. Já os papéis do Banco do Brasil (BBAS3) recuam 0,72% e são cotados a R$ 20,75 neste momento, depois de terem atingido queda de 3,21%, a R$ 20,23. 

11h54: Saraiva bate menor patamar desde 2009
Fora do Ibovespa, as ações da Saraiva (SLED3) aparecem como principal destaque negativo, chegando a cair 13,13%, batendo em R$ 17,20 - menor patamar desde maio de 2009. O desempenho reflete o balanço do 4º trimestre de 2013 divulgado na noite anterior pela rede de livrarias. Embora a receita líquida tenha crescido 20% em relação ao 4º trimestre do ano anterior, para R$ 736,2 milhões, o lucro líquido ficou em R$ 12,0 milhões, número 74% menor do que aquele visto nos 3 últimos meses de 2012. O Ebitda caiu 62% na mesma base comparativa, para R$ 29,3 milhões, enquanto a margem Ebitda foi de 12,5% para 4,0%. 

A queda no lucro apesar do avanço nas receitas deve-se ao crescimento de 48% nas despesas operacionais, que somaram R$ 277 milhões, por conta do impacto das baixas contábeis na operação de varejo no montante de R$ 42 milhões, gastos de rescisões extraordinárias com reestruturação de pessoal de cerca de R$ 3,8 milhões e reforço das equipes por conta do estabelecimento da nova estrutura organizacional.

Vale mencionar que as ações da Saraiva haviam subido nos três pregões que antecederam a divulgação do resultado, acumulando ganhos de 6,1%. Com a queda de hoje, os papéis SLED3 aumentam as perdas acumuladas em 2014 de 33,77%.

11h18: Rodobens sobe depois de resultado
Fora do Ibovespa, as ações da Rodobens (RDNI3) sobem 3,53% nesta sessão, a R$ 10,55, depois da divulgação de resultado. A empresa viu seu lucro líquido alcançar R$ 49,9 milhões no quarto trimestre de 2013, saltando 259% em comparação com o mesmo período do ano anterior. A receita líquida da companhia marcou R$ 203,155 milhões entre outubro e dezembro, uma expansão de 13% no mesmo comparativo. 

11h14: Dasa cai 18% em 6 pregões
Com nova queda, as ações da Dasa (DASA3) acumulam desvalorização de 18% nos seis últimos pregões. Somente hoje os papéis recuam 2,69%, a R$ 13,73. O desempenho ocorre depois que o empresário Edson Bueno e sua ex-mulher Dulce Pugliese terem concluído a OPA (Oferta Pública de Aquisição) de 150,8 milhões de ações da empresa. Em relatório recente, o Deutsche Bank comentou que após a OPA  era esperado que o papel perdesse sua liquidez em Bolsa, ficando apenas a expectativa se os novos controladores realizariam uma segunda OPA pelo restante dos papéis da empresa. 

11h03: Sabesp segue em forte queda
As ações da Sabesp (SBSP3) seguem a forte queda da véspera, quando fecharam com desvalorização de 7,50%, e recuam nesta manhã 2,04%, sendo cotadas a R$ 19,21 - figurando na quarta pior posição do Ibovespa. O pessimismo ocorre após frustração com anúncios do governo de São Paulo que poderiam trazer alívio quanto ao risco de racionamento.

10h51: Triunfo recua após resultado
Os papéis da Triunfo (TPIS3) recuam 4,76% nesta sessão, sendo cotados a R$ 8,00, depois da divulgação do balanço. A empresa apresentou receita líquida de R$ 1,4 bilhão em 2013, sendo R$ 427 milhões apenas no último trimestre do ano - respectivas altas de 39,7% e 28,3% em comparação com os mesmos períodos do ano anterior. Apesar do crescimento na receita, a companhia viu seu lucro virar prejuízo de R$ 98,8 milhões no ano passado - R$ 99 milhões somente entre outubro e dezembro. 

10h47: CSN "ignora" corte de recomendação
As ações da CSN (CSNA3) "ignoram" o corte de recomendação do Goldman Sachs e operam em leve queda de 0,31% nesta manhã, a R$ 9,58. O banco de investimentos reduziu a recomendação da empresa de neutro para venda, apontando alavancagem injustificada da companhia e pouca visibilidade sobre a execução do seu negócio de mineração.  

10h33 (1ª versão às 10h17): Vale acentua ganhos
Se as ações das estatais estão despencando na Bovespa, a Vale (VALE3, VALE5) segue direção contrária. Os papéis da mineradora acentuam ganhos nesta manhã e sobem mais de 1% neste momento - VALE3 avança 1,61%, a R$ 30,36, enquanto VALE5 sobe 1,65%, a R$ 27,08 -, liderando a ponta positiva do Ibovespa. A mineradora consegue dessa forma amenizar as perdas do Ibovespa, já que ela possui atualmente a maior participação individual na composição do índice - juntos os ativos ON e PNA da Vale respondem por cerca de 10% da carteira.

10h30: Cyrela recua após balanço
As ações da Cyrela (CYRE3) caem 2,06% nesta manhã, sendo cotadas a R$ 12,35, depois de divulgar balanço do quarto trimestre. A empresa mostrou menor receita, Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), margem e lucro no quarto trimestre na comparação com o mesmo período do ano anterior. Segundo a XP Investimentos, mesmo com a receita e Ebitda menores do que o projetado, o resultado foi neutro. Os analistas explicam que a companhia só não mostrou geração de caixa devido a aquisição do terreno do Terra Encantada, mas, expurgando isso, teria tido Ebitda positivo. 

10h24: Estácio cai mais de 4% 
Já as ações da Estácio (ESTC3) lideram as perdas do Ibovespa nesta manhã depois de divulgar seu resultado do quarto trimestre. Neste momento, os papéis registravam queda de 4,27%, sendo cotados a R$ 21,77. 

A empresa reportou receita líquida de R$ 436 milhões, crescimento de 20,5% na comparação com o mesmo período do ano anterior, enquanto o lucro líquido ficou em R$ 45,1 milhões, crescimento de 202,7%. Segundo a XP Investimentos, a companhia teve um crescimento forte na comparação anual, mas houve uma pequena desaceleração relativa ao que foi observado ao longo do ano. Destaque negativo para a parte de despesas que causaram uma desaceleração no ritmo de ganho de margem Ebitda (Ebitda/Receita Líquida), mas ainda sim reportando aumento na comparação anual, comentaram os analistas.

 

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