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Petro requisita licença para campo de Lula; Wartsila iniciará obras em porto da LLX

Também em destaque, a Tractebel quita obrigações com a STN e banco Daycoval inicia novo programa de recompra de ações

LLX 03 Ponte Superporto do Açu
(Divulgação LLX)

SÃO PAULO - O noticiário segue agitado no mundo corporativo nesta quinta-feira (5). Em destaque, está a Petrobras (PETR3;PETR4) que informou que, no último dia 29 de agosto, requisitou ao Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) a licença de operação para o SPA (Sistema de Produção Antecipada) de Lula Central, no campo de Lula da Bacia de Santos.

Wartsila anuncia início de obras no Porto de Açu, da LLX
Em meio ao noticiário bastante negativo para o grupo EBX, uma notícia é positiva para o as companhias. A finlandesa Wartsila anunciou o início das obras para construir a primeira unidade do Porto de Açu, da LLX Logística (LLXL3), que está em processo de mudança de controle para o fundo norte-americano EIG. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

Os inúmeros problemas enfrentados pelo grupo lançou dúvidas sobre a continuidade dos projetos no entorno do porto, que teve a sua entrada em operação confirmada neste ano. O investimento previsto é de R$ 50 milhões e deve gerar entre 200 e 300 empregos. 

Tractebel quita obrigações com a STN
A Tractebel (TBLE3) informou que no último dia 3 quitou integralmente as obrigações com a STN (Secretaria de Tesouro Nacional) decorrentes das dívidas de médio e longo prazo. Esta quitação, informou a companhia, reduziu a sua exposição cambial de 6,3% para 3,5% do total de sua dívida bruta. 

S&P eleva rating da Coelce
A agência de classificação de risco Standard & Poor's elevou o rating da Coelce (COCE5) de brAA+ para brAAA, com perspectiva estável, destacando o desempenho operacional forte e uma política financeira prudente, mantendo assim métricas de crédito moderadas e liquidez adequada nos últimos doze meses. Isso apesar dos desafios que as distribuidoras de energia enfrentaram no período no Brasil.

Segundo a agência, a perspectiva estável do rating reflete a expectativa de que a companhia manterá uma política financeira prudente, métrica de crédito moderada, liquidez adequada e bons padrões de eficiência. 

Viver presta esclarecimentos sobre oscilação de ações
A Viver (VIVR3) acerca da forte oscilação de seus papéis nas últimas sessões: apenas nesta semana, as ações registram alta de 17,65%. De acordo com a companhia, não há qualquer fato que  possa ter provocado tal aumento do número de negócios e da quantidade de ações negociada.

Contudo, ela afirma que divulgou pela manhã do dia 3 de setembro aviso relembrando ao mercado que, no dia 6, termina o prazo para o exercício do direito de preferência para a subscrição das debêntures da 4ª emissão da companhia. "No entanto, como tal informação já era de conhecimento público desde a divulgação do aviso aos acionistas de 6 de agosto de 2013, acreditamos que o mencionado aumento do número de negócios e da quantidade de ações negociada não tenha ocorrido por conta de tal fato".

Aberdeen aumenta participação na Valid 
A Aberdeen Asset Management adquiriu 62 mil ações da Valid (VLID3), aumentando a participação no capital social da companhia para 10,03%. 

RJCP estabelece parceria para revitalizar prédios históricos no Peru
A RJCP (RJCP3) informou que estabeleceu uma parceria com a Newbury Administração de Recursos, do projeto Rimac Renace, em Lima, no Peru, cujo objetivo é a revitalização de prédios históricos do bairro de Rimac, no centro de Lima. 

A empresa vencedora da licitação e líder do consórcio foi a Arqforum Peru SAC, que tem como acionistas a Newbury e a empresa Arqforum SLP, de Barcelona, Espanha, companhia que possui mais de 20 anos de experiência no restauro de imóveis na Catalunha.

A participação da RJCP consistirá no auxílio à Newbury na captação de recursos e na estruturação do funding do projeto.

Daycoval inicia novo programa de recompra de ações
O Banco Daycoval (DAYC4) anunciou o encerramento do programa de recompra de ações, por meio do qual foram adquiridas 6,5 milhões ações preferenciais da companhia para permanência em tesouraria e posterior alienação ou cancelamento. 

A companhia anunciou ainda um novo programa de recompra de ações, autorizando a aquisição de até 3,5 milhões de ativos preferenciais de própria emissão, para manutenção em tesouraria e posterior alienação ou cancelamento, equivalentes a 5,37% das ações preferenciais em circulação no mercado.

 

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