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Itaú aumenta distribuição de proventos e acionistas poderão receber até R$ 1,60 por ação em 3 de março

Somando o montante já distribuído durante o ano de 2016 com o montante que será distribuído em 3 de março de 2017, os acionistas receberão R$ 1,5789 por ação

Agência do itaú
(Divulgação)

SÃO PAULO - O Itaú Unibanco (ITUB4) alterou a prática de pagamento de dividendos e juros sobre o capital próprio aos acionistas, com a distribuição variando entre 35% e 45% do lucro líquido consolidado recorrente o total.

Somando o montante já distribuído durante o ano de 2016 com o valor que será pago em 3 de março de 2017, os investidores do banco receberão R$ 1,5789 por ação, já descontado o imposto de renda. O montante totaliza R$ 10,0 bilhões em dividendos e JCPs (Juros sobre Capital Prórpio), valor esse que equivale a 45% do lucro líquido consolidado recorrente do exercício de 2016, o que representa um aumento de 36,9% em relação ao exercício de 2015. 

JCPs complementares
Após análise do balanço do quarto trimestre, o Conselho de Administração aprovou nesta segunda-feira (6) a declaração de JCPs (Juros sobre Capital Próprio) complementares do exercício de 2016 no valor de R$ 0,77540 por ação, com retenção de 15% de imposto de renda na fonte, resultando em juros líquidos de R$ 0,65909 por ação. Terão direito a estes proventos, os acionistas com ações em carteira no dia 20 de fevereiro. Os papéis ficam "ex" no dia 21 deste mês. Os JCPs complementares serão pagos em 3 de março de 2017

Os proventos aprovados nesta semana se somam aos JCPs já aprovados e divulgados pelo Conselho de Administração em 9 de dezembro de 2016, no valor bruto de R$ 0,47140 por ação, que descontado o imposto de renda resulta em um valor líquido de R$ 0,40069 por ativo. O montante também será pago em 3 de março. Assim, os acionistas, terão direito a R$ 1,05978 por ação.

Balanço
Mais cedo, maior banco privado do país, anunciou que teve lucro líquido recorrente de R$ 5,817 bilhões no quarto trimestre de 2016 ante R$ 5,595 bilhões no trimestre anterior e alta de 1,8% ante os R$ 5,715 bilhões registrados em igual período de 2015. De janeiro a dezembro de 2016, o banco lucrou R$ 22,150 bilhões, uma queda de 7%.

A margem financeira gerencial somou R$ 27,37 bilhões no último trimestre, queda de 2,2% em relação ao mesmo período de 2015. A margem financeira com clientes teve baixa de 7,5%, para R$ 15,329 bilhões, enquanto as operações com o mercado subiram 57%, chegando a R$ 1,993 bilhão.

As despesas líquidas com PDD (provisões para devedores duvidosos) caíram 0,8% no quarto trimestre de 2016 em relação ao mesmo período de 2015, para R$ 4,819 bilhões. Na comparação com o terceiro trimestre, a queda foi de 7,8%.

 

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