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10 dicas para alugar seu imóvel de uma forma mais rápida

Confira algumas dicas que vão auxiliar a alugar seu imóvel com mais agilidade, evitando problemas como a perda de tempo com clientes “errados”

SÃO PAULO – Quando alguém está tentando alugar o seu imóvel, é comum o proprietário receber uma série de visitas de interessados em seu imóvel, dizem que gostam, mas no final ficam com outro.

Por conta disso, a preparação do imóvel é um dos fatores essenciais para acelerar a locação.

Confira abaixo 10 dicas do QuintoAndar, marketplace online especializado em aluguel de imóveis, para agilizar o processo de locação:

1- Mantenha o imóvel conservado; rodapés soltos, pisos arranhados, manchas na pintura ou espelhos de interruptores velhos geram uma impressão negativa que atrasam a locação.
Em um cenário de muita oferta de imóveis, é bem provável que o inquilino encontre outro imóvel melhor conservado pelo mesmo preço. Investir um pouco para corrigir estes detalhes pode te economizar meses de espera e melhorar o retorno sobre o seu ativo; 

2- Invista em benfeitorias compatíveis com o perfil do locatário desejado. Se é um apartamento pequeno para jovens profissionais com bom poder aquisitivo em bairros nobres, invista em piso de qualidade, uma pintura bacana e marcenaria de boa qualidade.
Se é uma kitnet para estudantes, aposte em itens de baixo custo e boa durabilidade como pisos laminados ou vinílicos. Ao contrário de quem compra apartamento, quem quer alugar tem sempre pressa em se mudar e raramente quer reformar ou investir tempo e dinheiro em itens específicos para o imóvel; 

3- Capriche nas fotos. Hoje quase todo mundo começa a busca pela internet e normalmente nem quer visitar imóveis cujas fotos não mostram como ele realmente é. Seja transparente e apresente o máximo de detalhes possível. Isso evita que o cliente "errado" (que não vai fechar) visite a residência e economize tempo de todos na negociação; 

4- Melhor ângulo. O ideal é que os ambientes estejam bem iluminados, limpos e organizados. Evite tirar fotos contra as janelas, mantenha as luzes internas acesas e procure se posicionar no canto dos cômodos para conseguir melhor enquadramento;

5- Maximize a exposição do seu imóvel. É importante estar presente em vários canais da internet, mas normalmente ninguém tem paciência nem tempo para preencher vários cadastros redundantes em vários sites;

6- Seja flexível e competitivo no preço. Muitos proprietários colocam valores incompatíveis com a realidade do mercado e os imóveis acabam ficando encalhados. É comum um proprietário desavisado anunciar seu imóvel por um valor bem acima de outras unidades no mesmo prédio, por exemplo. A internet facilita muito a pesquisa de preços. Dê uma olhada nos anúncios de imóveis similares ao seu e defina um preço justo para o seu imóvel; 

7- Os preços precisam ser condizentes com o momento atual do mercado. Não é porque o último inquilino pagava R$ 2 mil que o novo deverá pagar R$ 2,5 mil. Para ter uma ideia, entre 2013 e 2014 o aluguel residencial subiu, em média, apenas 2%, um percentual inferior aos 3,69% do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) no mesmo período, de acordo com informações do Secovi-SP; 

8- Faça as contas. É melhor demorar três meses para alugar o apartamento por R$ 2,5 mil ou alugar em um mês por R$ 2 mil? Além do valor do aluguel, é preciso levar em conta o prazo médio que os inquilinos tendem a ficar no imóvel e os valores do condomínio e IPTU. Em um cenário em que os inquilinos costumam ficar entre 12 e 18 meses no imóvel e os condomínios não estão nada baratos, na maioria das vezes é mais interessante alugar mais rápido por um preço inferior do que deixar o imóvel parado; 

9- Seja flexível nas garantias. Não é porque você já teve algum problema com um inquilino que todos os outros serão problemáticos. Alguns proprietários e imobiliárias exigem garantias exageradas ou muito restritivas que dificultam a locação do imóvel; 

10- Seja flexível nas multas e prazos. Alguns proprietários querem evitar a rotativade de locatários e acabam impondo multa rescisória proporcional ao tempo total do contrato padrão de locação, que é de 30 meses. Como a maioria dos locatários geralmente fica menos que esse período, considere a possibilidade de só cobrar multa rescisória se o inquilino sair antes de 6 ou 12 meses.

 

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