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Ofertas públicas de fundos imobiliários: o que você precisa saber sobre elas

 Rodrigo Costa Medeiros, analista e fundador do site Desmistificando FII, participou do  programa Fundos Imobiliários, apresentado por Arthur Vieira de Moraes

SÃO PAULO – O número de emissões de fundos imobiliários segue alto em 2019, e muitos investidores têm dúvidas sobre esse tipo de operação. Para Rodrigo Costa Medeiros, analista e fundador do site Desmistificando FII, essa grande quantidade de emissões é natural em um mercado em expansão, como é o caso dos fundos imobiliários.

“Nós defendemos um mercado de fundos imobiliários mais consolidado. As emissões acontecem quando o mercado está favorável, como agora. Isso é natural”, disse Medeiros, durante o programa Fundos Imobiliários, apresentado por Arthur Vieira de Moraes – professor do InfoMoney Educação e especialista em finanças.

O analista lembrou que nem todas as emissões serão favoráveis para o investidor, mas isso é algo comum em qualquer mercado. Arthur Vieira de Moraes concordou.  “Estamos em uma janela de oportunidade, e nestes casos oportunistas também aparecem. Cabe ao investidor analisar cada emissão antes de entrar”, disse o professor do InfoMoney.

Para Medeiros, é praticamente impossível fazer uma emissão acima do valor de mercado. “Não faria sentido, porque ninguém compraria neste preço”, disse.  Na minha visão, o gestor deveria tentar fazer as emissões não muito abaixo do valor de mercado. Se estiver muito abaixo, o gestor obriga o cotista a subscrever – caso contrário ele será diluído”, continuou.

 

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