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3 motivos para deixar os imóveis e investir em fundos imobiliários, segundo especialista

Diretor do Banco Votorantim participou da estruturação de um fundo que foi divisor de águas nesta indústria  

SÃO PAULO – Existem dois momentos para a história dos fundos imobiliários no Brasil: antes do BB Progressivo II e depois dele, que nasceu com patrimônio de R$ 1,6 bilhão gerando renda mensal a seus investidores desde os primeiros respiros, via aluguel garantido para o Banco do Brasil. Um dos profissionais que participaram da emissão deste FII, Reinaldo Lacerda, é entrevistado do programa Fundos Imobiliários da InfoMoneyTV nesta sexta-feira (13). O vídeo está disponível no player acima.

Engenheiro mecânico por formação e atualmente diretor de investimentos do Banco Votorantim, o convidado do professor Arthur Vieira de Moraes afirma que os fundos imobiliários têm como característica a transformação da economia real em produtos do mercado financeiro. Sob esta ótica, comenta, já não há dúvidas de que os FIIs são uma maneira melhor, mais sofisticada e, normalmente, mais lucrativa de se investir em imóveis.

Três são as principais razões de superioridade dos fundos em relação ao investimento imobiliário tradicional, segundo ele:

  1. 1. Democratização do mercado imobiliário

“O investidor com 5 mil reais pode ser dono de um shopping center”, exemplifica Lacerda. Com isto, ele quer dizer que as cotas de fundos imobiliários permitem a participação do investidor comum em empreendimento extremamente sofisticados – algo que simplesmente não seria possível para a enorme maioria da população caso a única possibilidade de investimento em imóveis fosse compra-los como um todo.

  1. 2. Gestão profissional

Mesmo que possa comprar imóveis de alto padrão como investimento, nem sempre a pessoa física tem o conhecimento necessário para tirar o melhor proveito possível deste ativo. “Muitas vezes o conhecimento de rumo de mercado precisa de investimento que às vezes o investidor normal não tem o tempo e a informação para fazer”, analisa.

Neste sentido, quanto mais ativa a gestão, melhor um fundo pode se blindar dos efeitos negativos das movimentações do mercado. “Em época de taxa de juros alta e PIB, economia parada, imóvel tende a desvalorizar, aluguel tende a cair, vacância tende a aumentar”, lembra Reinaldo. Ao mesmo tempo, pondera, uma gestão ativa pode diluir os efeitos negativos por meio da diversificação do patrimônio, e antecipar as movimentações do mercado, permitindo que os cotistas se beneficiem dos rumos da economia futuramente.

  1. 3. Benefício fiscal

Toda a renda obtida com fundos imobiliárias negociados em bolsa com, no mínimo, 50 cotistas, é isenta de imposto de renda. O imposto de 20% é cobrado apenas sobre o lucro da venda do FII.

“Na pessoa física uma sala comercial alugada pode pagar 27,5% de IR; na jurídica 15% - no fim das contas aumenta a rentabilidade imobiliária através da isenção”, compara o especialista.

A entrevista completa com Reinaldo Lacerda está disponível no player acima.

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