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Trabalho e diversão! Temporada no exterior pode ser uma aventura

Seja nos EUA ou Inglaterra, Costa Rica ou Taipei, qualquer escolha enriquecerá seu currículo e sua vida. Aproveite!

SÃO PAULO - Experiência internacional, prática do idioma, outras culturas, novos amigos, independência...estes são apenas alguns dos motivos que os estudantes, recém-formados ou até profissionais, enumeram para justificar uma temporada no exterior.

Para muitos, o grande problema é o investimento inicial. Mas família, trabalho e insegurança também pesam na hora de tomar a decisão.

Na terra do Tio Sam
Uma boa alternativa para aqueles que se preocupam com o lado financeiro, é unir o útil ao agradável. Neste caso, você terá que dispor de um investimento inicial para arcar com despesas de passagem, inscrição no programa, documentação e primeiros gastos pessoais.

Depois, a idéia é trabalhar para custear seus gastos com alimentação, acomodação e passeios no lugar escolhido.

Alguns programas já incluem a colocação do estudante em alguma empresa do exterior. Normalmente destinados a jovens universitários, de 18 a 28 anos, estes programas propiciam uma experiência internacional por meio de um trabalho remunerado nos Estados Unidos.

De olho no Big Ben
Se a opção ainda for estudar inglês, além dos EUA, a Inglaterra é uma ótima opção. Muitos estudantes escolhem o local pela facilidade de viajar e conhecer outros países da Europa durante a temporada.

Muito brasileiros escolhem o País para temporadas mais longas, como seis, nove ou 12 meses de estudo. O objetivo, além de aperfeiçoar o idioma, é realmente vivenciar a cultura inglesa.

Para estudar na Inglaterra, o estudante irá gastar com o valor do pacote - que em algumas agências já incluem taxas de matrícula, curso por tempo determinado, um mês de acomodação em quarto dividido e translado do aeroporto -, passagem aérea e despesas com visto, além de uma verba para as despesas iniciais.

A atual lei da Inglaterra prevê que estudantes devidamente matriculados em cursos com mais de seis meses de duração e com visto têm o direito de trabalhar 20 horas semanais. Essa facilidade tem atraído cada vez mais interessados em passar uma temporada na terra dos Beatles e David Beckham.

Vale lembrar que as leis são rígidas e que qualquer deslize pode ser motivo para deportação.

Outras possibilidades
As opções são várias e muitas vezes fogem do convencional. Que tal espanhol na Costa Rica, ou mandarim em Taipei? Essas são apenas mais algumas opções, além dos tradicionais Canadá, Austrália e Espanha, que são destinos bastante visitados pelos brasileiros.

Com relação ao trabalho, é preciso estar aberto a novas experiências. As vagas não são, necessariamente, na área de atuação do passageiro, mas, certamente, proporcionarão desenvolvimento profissional, além de conhecimento de outros valores, cultura e relacionamentos.

Está preparado para essa aventura? Agora é arrumar as malas e embarcar nessa experiência!

 

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