PMI composto do Japão sobe para 51,1 em janeiro, liderado por serviços

PMI específico de serviços foi a 52,7 em janeiro, acima dos 51,5 de dezembro e atingindo o patamar mais alto desde setembro; PMI industrial subiu de 47,9 em dezembro para 48,0 em janeiro

Roberto de Lira

Movimentação de pessoas em Tóquio (Crédito: Shutterstock)

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O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto do Japão mostrou alta de 50,0 em dezembro para 51,1 em janeiro, com crescimentos tanto na atividade de serviços como na industrial, de acordo com dados preliminares divulgados nesta quarta-feira (24) pela S&P Global, em parceria com o Jibun Bank.

O PMI específico de serviços foi a 52,7 em janeiro, acima dos 51,5 de dezembro e atingindo o patamar mais alto desde setembro. Segundo a pesquisa, a demanda externa de serviços japoneses aumentou pela primeira vez em cinco meses.

Com mais pedidos, as empresas procuraram acompanhar a demanda aumentando os níveis de emprego pelo quarto mês consecutivo. As empresas permaneceram otimistas sobre as perspectivas nos próximos 12 meses, embora o grau geral de otimismo tenha diminuído para o mínimo de três meses.

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Já o PMI industrial aumentou apenas ligeiramente, de 47,9 em dezembro para 48,0 em janeiro, sinalizando o oitavo mês do indicador abaixo da linha média de 50,0, que separa a contração da expansão da atividade.

Houve quedas sustentadas, embora mais suaves, tanto na produção como nas novas encomendas, com as primeiras caindo à taxa mais lenta em três meses.

Além disso, as pressões sobre os preços enfrentadas pelos fabricantes japoneses permaneceram elevadas no início de 2023, embora a inflação dos insumos tenha diminuído em relação à observada em dezembro. Os encargos de produção aumentaram ao ritmo mais lento desde junho de 2021.