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Seguro de vida mais alto do mundo, famosos que trabalharam como corretores e outras curiosidades

Bilionário do Vale do Silício contratou o seguro mais alto do mundo, mas sua identidade é mantida em sigilo; veja outras quatro curiosidades sobre o mundo do seguro de vida

Bilionários misteriosos, atores e escritores famosos, quantias de dinheiro que somam bilhões de dólares. Esses são elementos que poderiam fazer parte de um filme, mas são apenas alguns fatos curiosos que rondam o mundo dos seguros de vida há muitos anos. O setor é recheado de histórias inusitadas, por isso o InfoMoney reuniu em uma lista alguns dos números e fatos que mais se destacaram nos últimos tempos.

Seguro de vida mais valioso do mundo: o fato foi noticiado pela imprensa internacional e confirmado por representantes da firma de consultoria SG, que liderou a venda do produto. O caso ganhou as páginas do The Guinness World Records em 2014, quando um bilionário do Vale do Silício contratou um seguro de vida avaliado em US$ 201 milhões. Esse é o valor previsto que será pago pela seguradora aos beneficiários da apólice.

A identidade do segurado foi mantida em sigilo, mas um representante da seguradora afirmou à imprensa internacional que a apólice do bilionário tem como objetivo evitar a cobrança de uma pesada carga tributária sobre seus herdeiros.

Os valores envolvidos na operação são tão significativos que foi preciso dividir o seguro entre 19 seguradoras diferentes, uma vez que o risco é muito alto para essas empresas assumirem o pagamento da indenização sozinhas.

Famosos corretores de seguros: o ator George Clooney, o escritor Franz Kafka, o vocalista e fundador da banda Kiss, Gene Simmons, são alguns dos nomes que, antes ou depois de alcançar o sucesso em diferentes campos da arte, vestiram o terno e trabalharam com a intermediação de contratos de seguros de vida. George Clooney foi corretor antes de se tornar ator e declarou à CNN ter sido um “horrível vendedor”. Kafka manteve por anos uma exaustiva vida dupla, na qual a rotina consistia em trabalhar como corretor de seguros durante o dia e como escritor à noite, conforme relata a enciclopédia Britannica.

A grande surpresa entre todos eles é Gene Simmons. Após décadas de sucesso nos palcos do mundo todo, quando incorporava um personagem de rosto pintado e fazia performances extravagantes, Simmons decidiu entrar no ramo de seguros. No ano de 2010, ele ajudou a criar uma empresa – a Cool Springs Life Equity Strategy – que visava a compra de seguros por clientes multimilionários.

Maior documento legal do mundo: o seguro de vida também figura nas páginas do Guinness World Records com a conquista do maior documento legal do mundo. Quando Bram Boon anunciou que iria se aposentar, a ING Life Insurance Romania fez uma surpresa inusitada para o executivo, que foi diretor geral da companhia: uma apólice de seguro de vida tão grande que media nove metros de altura por seis metros de largura. O documento foi estruturado como um grande painel, emitido em março de 2008.

Um país onde quase todas as famílias têm seguro de vida: o Japão é um país que tradicionalmente pensa na proteção da vida como um pilar essencial do planejamento financeiro. Esse fato é tão verdade que uma pesquisa feita pela Japan Institute of Life Insurance mostrou que, em 2015, 89,2% das famílias japonesas tinham apólices de seguro de vida.

A explicação para esse comportamento passa por vários fatores, como questões culturais e um histórico de acidentes naturais, levando a população a procurar diferentes mecanismos de proteção. Ao longo dos anos, o país registrou dezenas de tremores com fortes impactos na sociedade, sendo o mais fatal deles em 1923, quando assume-se que mais de 140 mil japoneses tenham sido contabilizados como vítimas fatais.

Valor de prêmios pagos supera o lucro do maior banco privado do Brasil: ainda há um grande caminho para a população brasileira percorrer quando se trata de contratar seguros de vida, mas o valor despendido atualmente para se proteger em casos de imprevistos está longe de ser considerado baixo.

Em 2017, segundo números compilados pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), os brasileiros pagaram R$ 34,5 bilhões em prêmios de seguros de pessoas. Esse valor é referente às coberturas de planos de risco (sem VGBL), que envolvem seguros de vida, acidentes pessoais, doenças graves, entre outros. Além disso, foram pagos R$2,1 bilhões em benefícios, em seguros de vida, para à sociedade, de acordo com dados da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg).

O número de R$ 34,5 bilhões é tão expressivo que, como base de comparação, supera o lucro do maior banco privado do Brasil em todo o ano de 2017. Naquele ano, o Itaú Unibanco registrou um resultado líquido de R$ 24 bilhões. Grande parte dos prêmios pagos continua a vir dos planos de seguros coletivos, que responderam por R$ 26,4 bilhões. As apólices de seguro individual somam R$ 8,1 bilhões.

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