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Sucessão empresarial planejada pode garantir a sobrevivência de empresas

O seguro de vida individual pode apoiar também no processo sucessório empresarial 

Sócios indesejados ou caixa insuficiente para lidar com as perdas de um sócio ou um funcionário-chave podem colocar em xeque o futuro de uma companhia. Um herdeiro que tenha pouca afinidade com o negócio também pode trazer riscos ao cumprimento do plano estratégico definido. Para impedir que situações como essa prejudiquem financeiramente as empresas, o mercado de seguro de vida oferece soluções para esses perfis. 

“Muitas empresas não sabem a resposta quando são questionadas sobre como é o processo de liquidação das cotas em caso de falecimento de algum dos sócios”, alerta Daniel Valente, gestor de risco na Messem Investimentos. Em outras palavras, não há um planejamento sucessório bem estabelecido, aumentando o risco de uma rápida descapitalização ou um forte choque na gestão quando for necessário realizar uma sucessão.

Para Valente, o primeiro passo para evitar problemas de sucessão é justamente revisar o contrato social periodicamente e avaliar se o documento realmente continua de acordo com os objetivos estratégicos da empresa, especialmente as cláusulas de sucessão. A opção de compra pelos sócios remanescentes é a alternativa mais comum no mercado. Mas, para isso, é preciso assegurar a liquidez para arcar com essa aquisição sem comprometer o caixa da companhia. Isso pode ser feito criando-se um fundo de liquidez ou contratando um seguro de vida individual para cada um dos principais sócios. “O seguro de vida individual para a sucessão empresarial é o mesmo oferecido para uma pessoa física, o que muda são os objetivos”, explica Valente.

Seguro de vida individual para empresas

O seguro de vida individual com propósito de sucessão empresarial e o seguro de vida individual para pessoa-chave têm objetivos específicos: assegurar a liquidez necessária para a compra das cotas do sócio falecido evitando um impacto no quadro societário e decisório da empresa e a reorganização interna em razão do óbito de um executivo-chave.

A perda de um executivo, mesmo que não se trate de um sócio, demanda um grande esforço de reorganização, além do risco da perda de contratos e negócios. O seguro de vida individual pode contribuir financeiramente na busca por um novo profissional no mercado ou ainda na estabilidade da empresa durante este período.

Uma das principais questões que surgem no momento da contratação é o valor ideal da cobertura. “A pergunta que temos que fazer é: qual será o impacto financeiro para a empresa após a morte de um dos sócios?” É preciso analisar não apenas o valor das cotas, mas também se outro executivo conseguirá exercer a mesma função sem impactar negativamente o faturamento da companhia.

Há funções e cargos em que é imprescindível ter um conhecimento técnico específico, relacionamento com clientes, ou outras habilidades difíceis de serem absorvidas rapidamente. Caso não seja possível encontrar outro nome para assumir essas funções, sugere-se que o valor a ser indenizado preveja um possível impacto na receita, ao menos no curto e médio prazo.

Sobre os produtos, o gestor de risco da Messem destaca ainda que “devem ser avaliadas as opções de seguros de vida individual vitalícios, temporários ou mesmo uma combinação das duas opções para uma solução de proteção adequada ao planejamento sucessório desejado pela empresa.”

Para Valente, o planejamento sucessório deveria estar presente em todas as empresas, independentemente do ramo ou tamanho, e costuma refletir um certo nível de maturidade corporativa. “As que despertam para esse nível de preocupação são as empresas mais maduras, as que contrataram alguma consultoria de governança corporativa ou então aquelas que tiveram problemas no passado e aprenderam com a experiência”, diz.

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