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Seis mitos sobre o seguro de vida: assessor responde as principais dúvidas dos segurados

Avanços importantes do setor nos últimos anos ajudaram a tornar o seguro de vida cada vez mais conhecido

Os brasileiros aprenderam a planejar melhor as suas finanças nos últimos anos, diversificando seus investimentos e buscando aplicações com rendimentos mais elevados. No entanto, a rentabilidade de investimentos financeiros não deve ser o único foco do planejamento financeiro. O gerenciamento de risco, por meio do seguro de vida, muitas vezes negligenciado, é uma etapa muito importante do planejamento financeiro bem-sucedido, uma vez que um imprevisto pode comprometer a estratégia financeira e os resultados esperados. 

Nesse sentido, o seguro de vida individual atua como ferramenta fundamental que reduz possíveis impactos financeiros, pois, caso ocorra uma fatalidade, o segurado e/ou beneficiário poderá dar continuidade ao planejamento inicial.

Luis Pauli, assessor financeiro da Patrimono Investimentos e premiado como o melhor assessor credenciado à rede da XP Investimentos em 2017, explica que percebe muitas dúvidas quando fala em seguro de vida. “Precisamos quebrar paradigmas. Muitos clientes não sabem que seguro de vida pode ser importante para o segurado em vida”, explica Pauli, que ainda chama a atenção para os seis mitos mais comuns que escuta de seus clientes quando aborda o assunto. Confira:

Mito nº1: seguro de vida serve apenas para a morte

Esse talvez seja um dos principais mitos sobre seguro de vida. Diferentemente do que muitos imaginam, o produto também pode ser usado em vida por meio da contratação de coberturas adicionais tais como invalidez, doenças graves, internação hospitalar, entre outras.

“Independentemente de ser casado, ter filhos, ou da idade, todo mundo deveria ter um seguro que indeniza em caso de invalidez”, afirma Pauli. Do ponto de vista de gerenciamento de risco, essa proteção permite que os objetivos traçados no planejamento financeiro sejam cumpridos caso o segurado fique inválido por conta de um acidente de trânsito, por exemplo. A invalidez provavelmente consumirá o patrimônio e comprometerá sua capacidade de gerar renda.

Mito nº2: os reajustes de preço são feitos por idade

É normal ouvir histórias de pessoas que tiveram experiências ruins com o encarecimento do produto em função do reenquadramento etário, como é chamado o reajuste no valor das parcelas conforme o envelhecimento do segurado.

No entanto, algumas seguradoras, principalmente as independentes, trabalham com produtos que possuem prêmios nivelados. Isso significa que ao contratar um seguro aos vinte anos, por exemplo, não haverá reajuste do valor das parcelas em função da idade do segurado durante a vigência da cobertura vitalícia, exceto pela atualização monetária.

As parcelas costumam ser reajustadas pelo IPCA, assim como o valor da proteção contratada, estando, portanto, protegidos contra a inflação. “Por essa razão, o seguro de vida funciona como um hedge perfeito. E por isso também acaba se tornando muito interessante para os jovens”, explica Pauli.

Mito nº3: é difícil receber indenização

Esse mito também vem de experiências passadas, mas não corresponde mais à realidade. Algumas seguradoras mudaram o modelo de atuação do setor e conseguiram simplificar o pagamento da indenização.

Isso acontece porque elas costumam realizar uma análise de risco mais completa do segurado antes da emissão da apólice, podendo até solicitar a realização de alguns exames de saúde, se necessário. Essa análise aprofundada viabiliza agilidade no momento do sinistro. “Essa estratégia é de grande valia para a seguradora, porque ela pode analisar se está apta ou não a receber o cliente, além de gerar conforto e confiança para o segurado”, acentua Pauli.

Antigamente, o padrão era analisar o risco e solicitar exames somente quando o segurado entrava com o pedido de indenização, o que gerava sentimentos de descrença e pessimismo em relação ao produto. Por isso, ao contratar um seguro de vida, busque seguradoras que estão comprometidas com uma análise completa prévia à contratação.

Lembre-se de que, para que a seguradora possa analisar o risco e para maior agilidade no pagamento da indenização, é muito importante responder com sinceridade a todas as perguntas realizadas pela seguradora no momento da contratação.

Mito nº4: o seguro de vida tem que ser um compromisso para sempre

O seguro de vida é um produto de longo prazo, mas isso não significa que precisa ser para sempre, já que podem ser cancelados a qualquer tempo pelo segurado. Além disso, os seguros de vida resgatáveis proporcionam flexibilidade, visto que o segurado pode reduzir o valor da sua proteção futura para ter acesso, no presente, a uma parte do dinheiro constituído como provisão pela seguradora.

O valor de resgate tende a ser maior quanto mais tempo a apólice estiver vigente. “O seguro de vida resgatável pode ser utilizado em emergências, para lidar com algo que fugiu do controle. Vale ressaltar, porém, que, ao solicitar um resgate, a proteção futura pode ser cancelada ou ter o seu valor reduzido”, explica Pauli.

Se o segurado quiser ter algum alívio financeiro sem abrir mão da cobertura, produtos mais sofisticados proporcionam a utilização do valor de resgate para quitar os pagamentos da própria apólice.

Mito nº5: basta uma apólice para ter cobertura a vida inteira

Cada etapa da vida pode representar uma necessidade diferente e, consequentemente, demandar proteção complementar, mas isso varia para cada cliente. “O seguro de vida tem que ser feito sob medida e de acordo com as necessidades e projetos que o segurado vislumbra naquele momento para a sua vida”, destaca Pauli. É possível, por exemplo, combinar coberturas vitalícias com diversas coberturas temporárias.

Essa estratégia costuma diminuir os custos, porque fornece a proteção ajustada a cada etapa da vida do segurado. Por isso, é importante que corretor de seguros faça o acompanhamento da vida dos seus segurados e os ajustes na proteção contratada sempre que for necessário.

A cultura do seguro de vida no Brasil ainda é pouco desenvolvida se comparada a mercados mais maduros, como os dos Estados Unidos, Europa ou Ásia. No Japão, por exemplo, cerca de 90% das famílias têm seguro de vida, e é comum encontrar pessoas com diversas apólices, adquiridas ao longo dos anos.

Mito nº6: o seguro é só para herdeiros legais

Pouca gente sabe, mas diferentemente da herança, demonstrado o interesse segurável, é possível indicar os beneficiários de um seguro de vida, podendo-se incluir amigos próximos, sócios, instituições, ou outra pessoa ligada ao segurado, escolhendo o percentual que cada um receberá de indenização.

Para saber mais, assista a um rápido episódio da série sobre seguro de vida no YouTube e faça uma simulação em nossa ferramenta.

 

 

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