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Setor de seguros cresce dois dígitos e ganha representatividade no PIB brasileiro

Mercado totaliza receitas de R$ 365 bilhões em 2015, e a projeção é de crescimento de até dois dígitos neste ano

Ano após ano, o mercado segurador apresenta crescimento e ganha mais relevância no PIB brasileiro. Nem mesmo a turbulência política e econômica vista recentemente interrompeu essa trajetória de alta, dando destaque ao setor na economia brasileira.

Esse mercado representa 6,2% do PIB do Brasil, de acordo com números apresentados no Relatório de Sustentabilidade do Setor de Seguros em 2015, elaborado pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg). Em 2011, a representatividade do setor na economia era de 4,98%.

Apenas no ano passado, a arrecadação do mercado segurador cresceu 11,6% em relação a 2014, alcançando a cifra de R$ 365 bilhões. Desconsiderando os planos de acumulação (Família VGBL e PGBL), a evolução foi de 9,2%, subindo de R$ 246,4 bilhões para R$ 269 bilhões.

Os números confirmam que os brasileiros estão cada vez mais preocupados em garantir a estabilidade financeira própria e de seus familiares, protegendo-se contra imprevistos de diferentes naturezas. Este ano a CNseg projeta um avanço de 8% a 10% no faturamento global do mercado de seguros. Isso se deve à avaliação de que os consumidores querem manter o acesso à saúde privada, aos planos de previdência e aos seguros de vida a despeito de um momento econômico mais desafiador.

O setor é importante em termos de movimentação na economia pelo seu retorno à sociedade. De acordo com a CNseg, os pagamentos, que envolvem sinistros, indenizações, sorteios e resgates, totalizaram R$ 234,5 bilhões apenas em 2015, crescimento de 13,1% sobre o ano anterior. Adicionalmente, foram devolvidos à sociedade R$ 15,1 bilhões via pagamento de impostos.

Seguro de vida

Os seguros de pessoas têm ganhado relevância porque se adaptaram às mudanças no perfil demográfico e no cenário socioeconômico. As seguradoras passaram a oferecer novas coberturas em seus portfólios que indenizam os clientes em situações nas quais sua capacidade de geração de renda está comprometida, como doenças graves, invalidez por acidente, internação hospitalar, entre outras.

Nesse contexto, esse ramo mantém uma expectativa de crescimento, tendo em vista o aumento da longevidade da população. Segundo dados compilados pela Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), em 2015 os brasileiros pagaram R$ 29,76 bilhões em prêmios de seguros de pessoas, categoria que inclui coberturas para seguro de vida, prestamista, acidentes pessoais, doenças graves, entre outras. Esse montante é 7,6% superior ao registrado no ano anterior.

Considerando apenas o seguro de vida, que é a principal modalidade de seguro de pessoas, o crescimento em 2015 foi ainda maior com relação a 2014: de R$ 11,2 bilhões para R$ 12,4 bilhões, ou seja, evolução de 10,1%.

Em contrapartida, as seguradoras distribuíram R$ 8,1 bilhões aos segurados em cobertura de pessoas no ano passado, sendo o segmento mais relevante o de seguros de vida, com desembolsos de R$ 5,1 bilhões.

 

 

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