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Criptomoedas: 2019 será ano de cautela, mas os fundamentos “estão melhores do que nunca”, diz XDEX

Equipe de research da XDEX elaborou relatório sobre o desempenho das criptomoedas em 2018 e as perspectivas para 2019

As criptomoedas enfrentaram um período de altas e baixas muito bruscas. No fim de 2017, o boom de mais de 1.000% incentivou muitos brasileiros a se arriscarem em um segmento novo. Por outro lado, a desvalorização sem precedentes em 2018 deixou muitos investidores desacreditados. Mas afinal, qual foi o saldo dessa conta?

A equipe de research da XDEX, a exchange que permite negociar as principais criptomoedas do mundo, elaborou um relatório bem completo sobre o desempenho das criptomoedas em 2018 e as perspectivas para 2019. Confira abaixo os principais insights:

Preço e Mercado

O estudo destaca o desempenho das duas criptomoedas mais populares: o Bitcoin e o Ethereum. Ambas apresentaram quedas significativas no que diz respeito a valor de mercado, preço e volume diário médio de 2017 para 2018

Bitcoin

Ano

Valor de mercado (31/12)

Preço (31/12)

Volume diário médio (dezembro)

2017

US$ 236 bi

US$ 12.898

US$ 13,2 bi

2018

US$ 65 bi

US$ 3.867

US$5,4 bi

Apesar de um  2018 bastante desafiador, o Bitcoin segue como líder de mercado. “O ano passado foi marcado pela forte correção de preço, já iniciada em dezembro de 2017”, diz o relatório. Da máxima histórica ao fechamento de 2018, a queda foi de 80%. Na avaliação dos analistas da XDEX, a euforia deu lugar a correção e o bear market se instalou definitivamente.

Não tem como desassociar a volatilidade das criptomoedas. O relatório explica que, tudo o mais constante, quanto maior o volume de negociação, menos volátil será o ativo. “No curto prazo, sentimento, incertezas, turbulências podem causar surtos de volatilidade. Em 2017, o Bitcoin entrou em trajetória de alta, culminando, em dezembro, no maior nível desde 2013”, explicam os analistas.

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Ethereum

Ano

Valor de mercado (31/12)

Preço (31/12)

Volume diário médio (dezembro)

2017

US$ 73 bi

US$ 1.756

US$ 2,6 bi

2018

US$ 14 bi

US$ 132

US$2,3 bi

O Ethereum por sua vez, apresentou uma alta de mais de 8600% em 2017, mas caiu 80% em 2018. “Dentre os demais blockchains em atividade, o ativo do Ethereum liderou as atenções do mercado com uma alta de mais de 8600% em 2017, chegando à máxima histórica de US$ 1.400 em janeiro de 2018. Enquanto o bitcoin já iniciara seu processo de correção, as altcoins bateram seus recordes em janeiro”, afirma o relatório.

 “Com o fim da febre dos ICOs (Initial Coin Offerings) e o cerco dos reguladores a essas emissões de potenciais “valores mobiliários”, o preço do ether acabou sendo fortemente impactado negativamente”, diz o relatório da empresa especialista no assunto.

Fundamentos de criptoativos

Uma das métricas utilizadas para acompanhar o desempenho de criptomoedas é a tarifa média de transação. Segundo o relatório, a alta demanda para transacionar na rede nos últimos meses de 2017 ocasionou um surto nas tarifas de transação. Para se ter uma ideia, no segundo semestre do ano passado, a tarifa média de transação foi de US$ 0,53, enquanto em dezembro de 2017, a média foi de US$ 26,88.

A quantidade de transações diárias é uma outra métrica indicativa da utilidade ou uso da rede. “Embora o Bitcoin apresente maior quantidade de endereços ativos que a rede do Ethereum, em quantidade de transações o Ethereum processa 3x mais. Isso evidencia a natureza distinta em termos de uso e propósito de cada blockchain”, diz o relatório.

Apesar de um  2018 de mais baixas e cautela, a equipe de análise acredita que os fundamentos das criptomoedas "nunca estiveram melhores" e detalham diversas outras métricas no relatório.

Tecnologia e desenvolvimento

Em termos de tecnologia das criptomoedas, o relatório da XDEX destaca o desenvolvimento do protocolo do Ethereum, que passou por uma atualização de seu blockchain.

Outro destaque foram os stablecoins, que são tokens lastreados no dólar americano que surgiram no mercado em 2018. “Dado que algumas exchanges operam apenas via criptos – as entradas e saídas dos recursos de clientes ocorrem apenas com algum token como o bitcoin –, surgiu a necessidade de um token “dólar”, pareado no dólar, tanto para facilitar a negociação dos pares, quanto para permitir ao cliente alguma exposição numa moeda estável”, afirma o relatório.

No seu auge, a USDT, nome da moeda digital que vale US$ 1, ultrapassou US$ 3 bilhões em tokens emitidos. “Até hoje, a USDT carece de provas confiáveis de solvência, sendo uma constante preocupação para o ecossistema. Embora resolvam o problema da “volatilidade” das criptos, as stablecoins reintroduzem o risco da contraparte: é necessário confiar nos terceiros responsáveis pela custódia e solvência das reservas em moeda nacional”, ponderam os analistas da XDEX. 

Investimento

No segundo semestre de 2017 e no primeiro de 2018, a quantidade de Initial Coin Offerings (ICOs), processo análogo a um IPO de uma empresa, explodiu. Era a febre de levantamento de recursos via blockchain.

“As emissões de ICOs bateram todos os recordes em 2017 e 2018. Contudo, ao fim do ano, a “festa” já havia acabado e iniciara a ressaca pós-euforia. O recordista em dólares captados foi a rede do EOS, com US$ 4,2 bilhões”, diz o relatório. A título de comparação, no primeiro trimestre de 2018 as ICOs levantaram 40% de todo o montante captado por IPOs nos EUA.

Principais ICOs

 

EOS

Telegram Open Network

Tezos

Filecoin

Dfinity

Valor captado

US$ 4.234 mi

US$ 1.700 mi

US$ 230

US$ 200 mi

US$ 195 mi

Status

ICO finalizado

Sem data para acontecer

ICO finalizado

Potencialmente pode acontecer em 2019

Sem data para acontecer

Além dos ICOs, quando se trata de investimentos foi observado um crescimento de fundos de criptoativos. Na virada de 2017 para 2018, um elevado número de fundos foram lançados, somando um total de 741 fundos em atividade com US$ 10 bi de ativos sob gestão. No segundo semestre do ano passado, contudo, essa tendência de novos fundos diminuiu.

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Regulação

No Brasil, a CVM (Comissão de Valores Imobiliários) confirmou em setembro de 2018 a possibilidade de investimento indireto em criptoativos por fundos de investimento. Já nos EUA, a regulação teve alguns avanços. A regulação e a potencial “ilegalidade” em torno dos ICOs tomaram conta da cena regulatória em 2018. Por meio de um discurso do Diretor William Hinman, a SEC (o equivalente a CVM no país), concluiu que o “ether não é valor mobiliário.” Esse tratamento (um ativo transitar entre status de “valor mobiliário” para “não valor mobiliário”), segundo especialistas, não tem precedentes.

Segundo a Commodity & Futures Trading Commission (CFTC), desde 2014, o bitcoin é definido como commodity. Qualquer derivativo com criptoativos (que sejam considerados commodities) estará sob o mandato da CFTC. O regulador tem amparo legal para atuar sobre as bolsas de futuros e exchanges spot também.

Perspectivas 2019

Para o time de research da XDEX, assim como os anos de 2014 e 2015 expurgaram os excessos de 2013 (quando tivemos a “terceira bolha do bitcoin”), 2019 segue a tendência de 2018 e, provavelmente, “será o ano de depuração depois dos recordes alcançados em 2017.

Do ponto de vista da tecnologia, "os fundamentos nunca estiveram melhores". "As redes estão mais robustas e resilientes, e novos desenvolvimentos garantirão a escalabilidade sustentável dos principais blockchains", afirma o relatório.

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