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Debêntures batem recorde e mercado secundário traz oportunidade de investimentos

Mais de 68.000 operações registradas no mercado secundário durante o primeiro semestre — 53,4% a mais que no mesmo período de 2017

O volume de debêntures emitidas no Brasil bateu recorde no primeiro semestre deste ano. Foram R$ 83,1 bilhões em 149 operações. Juntamente com ele cresce também o mercado secundário. Mais de 68.000 operações foram registradas no mercado secundário de debentures durante o primeiro semestre — 53,4% a mais que no mesmo período de 2017.

O crescimento do mercado secundário revela a atratividade desse segmento — visto cada vez mais como um ativo importante para compor uma carteira de investimentos. “Considerando um cenário de juro baixo e uma agenda reformista, a demanda de crédito privado e debênture vai aumentar”, afirma Eduardo Otero, assessor da Progredir Investimentos.

“Quanto maior o valor emitido, mais pessoas vão comprar e vender no mercado secundário, e certamente a tendência é que a liquidez aumente e o spread diminua. Isso torna o mercado muito vantajoso para o investidor”, explica Daniel Serafini, assessor de investimentos da Performance Invest.

A máxima de que, com os juros baixos, é necessário buscar investimentos mais arriscados, já está pregada na cabeça de investidores. O problema é que ativos como ações nem sempre são uma boa opção. "As ações enfrentam uma volatilidade muito grande em época de eleição. Por outro lado, o crédito das empresas tem volatilidade intermediária nesse período e se tornam uma opção interessante", afirma Alexandre de Mello, especialista de renda-fixa e gerenciamento de riscos da Bloomberg.  

Para Serafini, da Performance Invest, não há um momento ruim para negociar no mercado secundário. “Sempre há espaço para esse tipo de ativo. Não consigo enxergar uma carteira bem pulverizada e bem montada - considerando algo alocado em IPCA e em uma taxa prefixada - sem uma debênture”, explica.

As dificuldades do mercado

O potencial é grande, mas o mercado de debêntures secundário ainda carece de liquidez, organização e informações. Da maneira como está estruturado no Brasil atualmente, as negociações secundárias acontecem em balcões, sem muito controle, e pode haver uma grande diferença entre seu preço de curva e os preços negociados. Dessa maneira, é difícil saber como negociar e quanto pagar em um ativo.

Além disso, falta conhecimento por parte dos investidores sobre esse tipo de aplicação, inclusive por não ter muita divulgação do produto. “Não é fácil investir em debêntures, não basta escolher qualquer uma. É preciso olhar o risco x retorno, o rating da empresa, quem são os controladores, tipo de garantia, fluxo de caixa, entre outras coisas”, explica Serafini.

Em uma busca de solucionar esses problemas a Bloomberg, líder mundial em dados, notícias e informações financeiras, está aprimorando ferramentas que facilitam as negociações de debêntures. Por meio de seu terminal, já é possível calcular e consultar preços e negociar ativos dentro da própria plataforma. Para saber mais sobre como funciona a negociação de debêntures na plataforma, clique aqui e acesse o relatório.

 

 

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