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Como e onde investir R$ 300 mil para ter o melhor rendimento possível?

Seja por conta do recebimento de uma herança ou da aposentadoria ou para reinvestir o valor que está rendendo pouco, com centenas de produtos no mercado hoje, é difícil se planejar para ter o maior retorno possível. Hoje, o rendimento da poupança está em 4,47% ao ano. Mas, seja qual for o seu perfil, assessores garantem que há alternativas bem mais rentáveis. Para ajudar seus leitores, o InfoMoney convidou Felipe Mahler, sócio da Monte Bravo — um dos maiores escritórios de investimentos do país — para explicar quais estratégias podem ser adotadas por diferentes perfis de investidores.   

Segundo ele, as alocações de investimento apresentadas abaixo servem tanto para quem tem R$ 300 mil como também para quem tem R$ 100 mil ou R$ 200 mil ou uma quantia maior que os R$ 300 mil e menor que R$ 3 milhões. “O que muda em cada um desses casos não é a alocação e sim a diversificação do patrimônio. Quem tem R$ 100 mil, por exemplo, deve escolher apenas um fundo de ação e um multimercado. Quem tem mais de R$ 300 mil pode diversificar em quatro fundos multimercados”, afirma.

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Confira abaixo a alocação adequada para cada perfil:

 

  • Investidor conservador:

Esse investidor pode encontrar rentabilidades em torno de 5,7% ao ano com as chamadas LCIs (Letra de Crédito Imobiliário), um investimento de renda fixa emitido pelos bancos. Com isso, caso um investidor decida tirar seus R$ 300 mil da poupança e aplicá-lo todo em uma dessas LCI, ele terá um rendimento de R$ 2.000 a mais em um ano.

Também é possível ter acesso a CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários), que são isentos de Imposto de Renda, e atualmente trazem um retorno de 6,5% ao ano. Neste caso, em um ano, os R$ 300 mil podem chegar a R$ 319,5 mil. “Isso é válido para um investidor extremamente conservador. Mas com uma assessoria de investimentos, ele pode ter acesso a outros produtos para um perfil conservador e que possuem um rendimento ainda maior”, afirma Mahler.

  • Investidor moderado:

Com um cenário de taxa Selic baixa, Mahler recomenda que um investidor com perfil moderado diversifique bem seus investimentos. É possível manter cerca de 40% do valor (R$ 120 mil) em uma aplicação de renda fixa como um CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários) ou um CDB (Certificado de Depósito Bancário) pós-fixado. Outros 15% podem ser aplicados em produtos que têm pelo menos parte de seu rendimento atrelado à inflação, como o título do Tesouro NTN-B ou debêntures de empresas.

Mahler recomenda ainda que 40% seja distribuído entre fundos multimercados, diversificando entre aqueles que se beneficiam com o cenário brasileiro e os que investem em ativos internacionais. Os 5% restantes do perfil moderado podem ser alocados em bolsa, mas, como o valor é baixo (R$ 15 mil), a melhor alternativa pode ser um fundo de ações, ao invés de aplicar diretamente em um ou mais papéis.

  • Investidor arrojado:

O perfil arrojado se aplica a investidores que aceitam ter uma carteira com rendimento mais volátil. Neste caso, em um mês ou outro a rentabilidade pode ser negativa, visando sempre maximizar os ganhos no longo prazo. Para esse perfil, 10% do valor pode ser aplicado em produtos de renda fixa como CDBs e CRIs pós-fixados. Outros 15% são destinados a produtos atrelados à inflação, como títulos Tesouro IPCA ou ainda debêntures. “Hoje o mercado oferece títulos pré-fixados com rendimento de 11,5% ao ano por três anos. Se tirarmos impostos, é um retorno de quase 1% ao mês. Mesmo que o juro do Brasil suba, ainda será um rendimento muito acima da média”, afirma Mahler.

Dos 75% ainda não alocados em um perfil arrojado, 60% pode ser investido em fundos multimercados. É importante diversificar essa quantia em fundos — pelo menos três — com estratégias diferentes (como bolsa brasileira, juros, moeda ou ações internacionais). Os 15% restantes devem ser aplicados na bolsa. É possível dividir essa quantia em duas estratégias diferentes: focando uma parte em empresas com grande potencial de crescimento e outra em companhias que são, historicamente, boas pagadoras de dividendos. “A expectativa para as empresas da bolsa nos próximos anos é de alta na receita e no lucro”, diz Mahler.     

Em todos os casos, é importante ter um assessor para não escolher investimentos com base apenas em rendimento passado.

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